quarta-feira, 4 de abril de 2012
Jorge Jesus diz:
"Temos capacidade para superar o Chelsea". No jornal A Bola, o treinador encarnado vem afirmar que acredita na vitória pelo facto do Benfica ter marcado sempre fora e por a sua equipa possuir qualidade individual e colectiva suficientes para superar a equipa de Stamford Bridge. Jorge Jesus diz ainda que, se tiver tanta sorte neste jogo como o Chelsea teve no último, sairá vencedor. Aconselho-o a ter mais calma com os discursos senhor Jesus. Dando exemplos seus de normalmente não ser capaz de assumir uma derrota e enaltecer-se e fazer passar-se pelo "maior" depois de uma vitória não são qualidades muito bem vistas num treinador profissional de futebol. E de qualquer forma, não faz a sorte parte do jogo?
terça-feira, 3 de abril de 2012
Texas Hold'Em Poker
O Poker é um jogo de cartas muito comum nos casinos, jogado
no mínimo por duas pessoas. É considerado o mais popular jogo de cartas, tanto
no geral como na classe de jogos em que o jogador com cartas total ou
parcialmente escondidas aposta para um monte central. O prémio é atribuído ao
jogador que conseguir a melhor combinação resultante das cartas da sua mão com
as cartas da mesa ou ao último jogador da mesa no caso dos outros desistirem.
É essencial conhecer as regras do jogo, o valor das respectivas combinações (umas valem mais do que outras. Normalmente, quanto mais complexas e improváveis forem, mais valem) e os pormenores sobre as apostas e os respectivos limites.
Existem vários tipos de Poker como o Poker Fechado (ex: Five Card-Draw), Poker Aberto (ex: Seven-Card Stud) e o Community Card Poker (ex: Texas Hold'em).
Vamos então focar o Texas Hold'em pois é o estilo mais popular do Community Card Poker e é jogado na televisão e na maior parte dos sites de poker online, como é o caso da Bwin. Neste tipo de Poker, o jogador recebe duas cartas e outras cinco são dispostas abertamente sobre a mesa. Para ganhar, o jogador necessita de fazer combinações entre as suas duas cartas e as cartas da mesa.
É essencial conhecer as regras do jogo, o valor das respectivas combinações (umas valem mais do que outras. Normalmente, quanto mais complexas e improváveis forem, mais valem) e os pormenores sobre as apostas e os respectivos limites.
Existem vários tipos de Poker como o Poker Fechado (ex: Five Card-Draw), Poker Aberto (ex: Seven-Card Stud) e o Community Card Poker (ex: Texas Hold'em).
Vamos então focar o Texas Hold'em pois é o estilo mais popular do Community Card Poker e é jogado na televisão e na maior parte dos sites de poker online, como é o caso da Bwin. Neste tipo de Poker, o jogador recebe duas cartas e outras cinco são dispostas abertamente sobre a mesa. Para ganhar, o jogador necessita de fazer combinações entre as suas duas cartas e as cartas da mesa.
São efectuadas quatro rodadas de apostas: uma depois dos
jogadores receberem as duas cartas fechadas,
outra assim que são abertas três cartas na mesa de uma vez (movimento
designado também como “Flop”) e outras
duas após serem abertas mais duas cartas na mesa, uma de cada vez (movimentos
designados como “Turn” e “River”).
Antes das cartas de mão serem distribuídas, os dois
jogadores à esquerda do dealer devem iniciar as apostas. São chamados de “Small
Blind” e “Big Blind”. A Small Blind cobre metade do valor da aposta da Big
Blind e os outros jogadores têm de igualar ou aumentar as apostas para continuarem
em jogo. No caso da aposta ser aumentada, os restantes terão de a cobrir para
seguir em frente. Após a distribuição das cartas de mão e das apostas feitas, o
dealer faz o Flop, ou seja, expõe as primeiras três cartas abertas sobre a
mesa. Segue-se uma nova ronda de apostas com as mesmas regras da anterior e no
final é feito o Turn (o dealer expõe a quarta carta aberta). Há uma nova rodada
de apostas e é feito o River (o dealer expõe a quinta carta aberta). É então
feita a aposta final ou “Showdown” e então os jogadores que decidem continuar
em jogo mostram as respectivas cartas de mão, começando pelo último que abriu
ou relançou as apostas. Apenas este jogador é obrigado a mostrar o jogo. Os
restantes têm a hipótese de deixar as cartas escondidas se perceberem que não
venceram. De qualquer forma, se há um jogador que possui uma mão maior, deve
mostrá-la a todos, pois a maior combinação leva todas as fichas no pote de
apostas. Existem algumas
variações no Texas Hold'em em relação ao limite máximo de uma aposta. O No Limit
Hold'em permite o tão conhecido "All-In", ou seja, apostar tudo que
se tem. Porém, nenhuma aposta pode ser inferior ao valor apostado para entrar
na partida.
Para
aprender mais sobre jogar Poker de forma a melhorar o seu jogo, pode fazê-lo em Bwin Poker School.
Faça as suas apostas aqui
A comitiva do Benfica já está no Aeroporto da Portela, em Lisboa, rumo a Inglaterra, onde vai jogar a segunda mão dos quartos de final da Liga dos Campeões frente ao Chelsea.
Para além do grupo de 22 jogadores, destaque para a presença de João Nunes, capitão dos juvenis, que se junta à equipa.
O charter tem partida prevista de Lisboa para as 10 horas, com destino ao aeroporto de Luton, em Londres.
In A Bola
domingo, 1 de abril de 2012
Hirvonen vence rali de Portugal
O finlandês Mikko Hirvonen (Citroen) conquistou este domingo a sua primeira vitória no Rali de Portugal, ao terminar a prova com o tempo total 4:19.24,3 horas, após cumprir a última especial, ganha pelo espanhol Dani Sordo (Mini).
Segundo os regulamentos, a "power stage", última especial do rali, atribui pontos extra aos três primeiros, com o vencedor a receber três, o segundo dois e o terceiro um, tendo Sordo conquistado três, "roubando" ao finlandês Jari-Matti Latvala (Ford) mais um ponto para o Mundial.
Hirvonen, que garantiu 25 pontos com a vitória no rali e ascendeu assim à liderança do Mundial com 75, mais nove do que o seu companheiro de equipa, o francês Sebastien Loeb, optou por levantar o pé, não correndo riscos desnecessários.
in Record
Sporting - União de Leiria: Antevisão
Dominguez precisa de pontuar, Sá Pinto não pode deixar fugir o Marítimo.
Momento
U. Leiria: Depois de dez jornadas sem vencer a fechar o reinado de Manuel Cajuda, José Dominguez estreou-se com uma vitória sobre o Rio Ave (1-0), mas depois perdeu na sua primeira saída, ao Bonfim (0-1). Agora, de volta à Marinha Grande, a U. Leiria continua desesperada por pontos, no penúltimo lugar da classificação, apenas com mais um ponto do que o Feirense e menos dois do que o Beira Mar. Para fugir à despromoção, José Dominguez terá de «roubar» pontos ao amigo Sá Pinto para poder continuar a olhar para cima.
Sporting: O Sporting de Sá Pinto continua imbatível em casa, mas também continua sem vencer fora. Os leões somam sete vitórias consecutivas em Alvalade, para todas as competições, mas fora de casa, para a liga, também já não vencem há sete jornadas, desde Outubro, quando venceram em Santa Maria da Feira (2-0). Apesar dos bons resultados na Liga Europa, sobram poucos motivos para entusiasmar o leão na liga, a não ser a luta pelo quarto lugar que, depois da vitória do Marítimo em Coimbra (1-0), ficará sempre adiada para a próxima ronda. De qualquer forma, o Sporting, depois de já ter deixado escapar o Sp. Braga, na viragem do campeonato, está impedido de perder, sob o perigo de também perder os madeirenses de vista.
Principais ausências
U. Leiria: Dominguez continua sem poder contar os centrais Alhafith e Hugo Alcântara, enquanto Pedro Almeida, Gottardi, Robinho, Patrick continuam a recuperar dos respetivos problemas físicos. Cacá, apesar de estar convocado, também está em dúvida, devido a um torcicolo.
Sporting: Segredo absoluto, com o Sporting a não divulgar a lista de convocados. Sá Pinto admitiu que vai gerir a equipa, tendo em conta os compromissos que se seguem com o Metalist e Benfica, mas preferiu não especificar quem vai poupar. De fora, por motivos físicos, estão Rodríguez, Pereirinha, Onyewu e Rinaudo.
Discurso direto
José Dominguez:«Ainda não falei com o Ricardo. Não tem sido fácil, ele tem tido um trabalho enorme. Pode ser que entre hoje e amanhã o faça. Mas ele está concentrado no trabalho dele e eu no meu. Antes do jogo vamos trocar umas palavras, sempre foi assim. Ali vamos ser adversários durante uns minutos, depois vamos continuar a ser grandes amigos».
Ricardo Sá Pinto: «Estou à espera de outro autocarro. Ele [Dominguez] próprio utilizou essa expressão do autocarro. Estou à espera de uma U. Leiria com um bloco baixo à espera de um erro nosso para poder contra-atacar. Mas estamos preparados para esse tipo de jogo. Eles próprios dizem que vão estar compactos. Vamos ser rivais durante 90 minutos. A União vai querer ganhar, eu também. É o nosso mundo do futebol. Amigos que vão estar de um lado e do outro».
Histórico de confrontos
Ligeira vantagem para o Sporting nos dezassete jogos que os dois emblemas já disputaram em casa do Leiria. Num total de dezassete jogos, os leões venceram por sete vezes somando ainda cinco empates e outras tantas derrotas. Na primeira volta, em Alvalade, ainda sob o comando de Domingos, o Sporting venceu por 3-1, com um «bis» de Matías e uma grande penalidade convertida por Van Wolfswinkel em tempo de descontos, enquanto Djanimy marcou o golo que valia o empate para os visitantes ao intervalo.
Equipas prováveis
U. LEIRIA: Oblak; Ivo Pinto, Haas, Edson e Obradovic; Marco Soares e marcos Paulo; Djaniny, John Ogu e Cacá; Bruno Moraes.
Outras opções: Luiz Carlos, Shaffer, Manuel Curto, Keita, Élvis, Rúben Brígido, Luís Leal e Barkroth.
SPORTING: Rui Patrício; João Pereira, Xandão, Polga e Insúa; Elias, Daniel Carriço e Schaars; Carrillo, Wolfswinkel e Jeffrén.
Outras opções: Sporting não divulgou lista de convocados.
U. Leiria: Depois de dez jornadas sem vencer a fechar o reinado de Manuel Cajuda, José Dominguez estreou-se com uma vitória sobre o Rio Ave (1-0), mas depois perdeu na sua primeira saída, ao Bonfim (0-1). Agora, de volta à Marinha Grande, a U. Leiria continua desesperada por pontos, no penúltimo lugar da classificação, apenas com mais um ponto do que o Feirense e menos dois do que o Beira Mar. Para fugir à despromoção, José Dominguez terá de «roubar» pontos ao amigo Sá Pinto para poder continuar a olhar para cima.
Sporting: O Sporting de Sá Pinto continua imbatível em casa, mas também continua sem vencer fora. Os leões somam sete vitórias consecutivas em Alvalade, para todas as competições, mas fora de casa, para a liga, também já não vencem há sete jornadas, desde Outubro, quando venceram em Santa Maria da Feira (2-0). Apesar dos bons resultados na Liga Europa, sobram poucos motivos para entusiasmar o leão na liga, a não ser a luta pelo quarto lugar que, depois da vitória do Marítimo em Coimbra (1-0), ficará sempre adiada para a próxima ronda. De qualquer forma, o Sporting, depois de já ter deixado escapar o Sp. Braga, na viragem do campeonato, está impedido de perder, sob o perigo de também perder os madeirenses de vista.
Principais ausências
U. Leiria: Dominguez continua sem poder contar os centrais Alhafith e Hugo Alcântara, enquanto Pedro Almeida, Gottardi, Robinho, Patrick continuam a recuperar dos respetivos problemas físicos. Cacá, apesar de estar convocado, também está em dúvida, devido a um torcicolo.
Sporting: Segredo absoluto, com o Sporting a não divulgar a lista de convocados. Sá Pinto admitiu que vai gerir a equipa, tendo em conta os compromissos que se seguem com o Metalist e Benfica, mas preferiu não especificar quem vai poupar. De fora, por motivos físicos, estão Rodríguez, Pereirinha, Onyewu e Rinaudo.
Discurso direto
José Dominguez:«Ainda não falei com o Ricardo. Não tem sido fácil, ele tem tido um trabalho enorme. Pode ser que entre hoje e amanhã o faça. Mas ele está concentrado no trabalho dele e eu no meu. Antes do jogo vamos trocar umas palavras, sempre foi assim. Ali vamos ser adversários durante uns minutos, depois vamos continuar a ser grandes amigos».
Ricardo Sá Pinto: «Estou à espera de outro autocarro. Ele [Dominguez] próprio utilizou essa expressão do autocarro. Estou à espera de uma U. Leiria com um bloco baixo à espera de um erro nosso para poder contra-atacar. Mas estamos preparados para esse tipo de jogo. Eles próprios dizem que vão estar compactos. Vamos ser rivais durante 90 minutos. A União vai querer ganhar, eu também. É o nosso mundo do futebol. Amigos que vão estar de um lado e do outro».
Histórico de confrontos
Ligeira vantagem para o Sporting nos dezassete jogos que os dois emblemas já disputaram em casa do Leiria. Num total de dezassete jogos, os leões venceram por sete vezes somando ainda cinco empates e outras tantas derrotas. Na primeira volta, em Alvalade, ainda sob o comando de Domingos, o Sporting venceu por 3-1, com um «bis» de Matías e uma grande penalidade convertida por Van Wolfswinkel em tempo de descontos, enquanto Djanimy marcou o golo que valia o empate para os visitantes ao intervalo.
Equipas prováveis
U. LEIRIA: Oblak; Ivo Pinto, Haas, Edson e Obradovic; Marco Soares e marcos Paulo; Djaniny, John Ogu e Cacá; Bruno Moraes.
Outras opções: Luiz Carlos, Shaffer, Manuel Curto, Keita, Élvis, Rúben Brígido, Luís Leal e Barkroth.
SPORTING: Rui Patrício; João Pereira, Xandão, Polga e Insúa; Elias, Daniel Carriço e Schaars; Carrillo, Wolfswinkel e Jeffrén.
Outras opções: Sporting não divulgou lista de convocados.
Benfica - Braga: Análise
Um sopro de vida! Um sopro de vida numa batalha tão intensa que chegou a ser inacreditável. Uma disputa em que ganhava quem chegasse ao fim de pé, perante um campo de guerra devastado por emoções e, por fim, sobrevoado por uma águia imperial, a anunciar o triunfo encarnado, cor de sangue que não houve na Luz, mas que ferveu nas veias de quem o jogou. Até ao último sopro, repita-se.
O Benfica aguentou de pé perante um Sp. Braga mais guerreiro que nunca. Uma equipa que chegou líder a Lisboa, que sai no terceiro lugar, mas com a honra de um perdedor que deu tudo por tudo no campo do rival. O FC Porto também se mete nisto: é líder, agora com os encarnados a um ponto e o Sp. Braga a dois. Aqui, houve uma batalha, mas a guerra do título está longe de acabar e há três candidatos que nela se mantêm.
Mossoró e o estandarte contrário
Os primeiros minutos mostraram um Benfica com atitude de um corajoso soldado medieval, um William Wallace de Braveheart, perante um batalhão adversário. Armas em riste e lançado aos contrários. O problema é que o Sp. Braga tem a organização de um exército romano, dificilmente se desmancha e é paciente. Espera por uma aberta para ferir. Tentou e não conseguiu, também é verdade. E nessas duas ideias se jogaram 45 minutos. Um Benfica com vontade inicial, a acelerar por Maxi Pereira; um Sp. Braga no contra-ataque, mas errático nas definições.
Ocasiões para resolver a batalha da Luz houve poucas no primeiro tempo. Quim deteve um remate de Rodrigo, Artur respondeu no último minuto, em lance de Mossoró, o melhor minhoto no campo. Do lado contrário, era Miguel Vítor quem transportava o estandarte encarnado, impressionante na marcação a Lima, o melhor «artilheiro» da liga. Assim, num jogo intenso, com o Benfica a ter posse de bola, também consentida pelo adversário, chegou-se ao intervalo.
Águia teve força para ainda erguer uma asa
O recomeço foi bom. Muito bom mesmo. Olhava-se para o campo de batalha que era o estádio da Luz e viam-se duelos incríveis, lutas de corpo a corpo (Miguel Lopes e Gaitán, por exemplo Miguel Vítor e Lima sempre), num jogo aberto como nunca estivera na primeira parte.
A um ataque do Benfica, respondia o Sp. Braga. Witsel abriu as hostes com um lance logo no minuto 48. Lima quase feria a águia logo depois. Ataque e resposta, feridas abertas numa e noutra equipa, com Miguel Vítor a ser o primeiro a cair, por lesão.
Ouvia-se o barulho do confronto, mas não se adivinhava um vencedor. Nem mesmo quando Elderson golpeou a própria equipa com uma grande penalidade sobre Bruno César. Sem Cardozo, que dera lugar a Nelson Oliveira, o Benfica chegou ao 1-0 por Witsel. Tinha o adversário pela frente e não perdoou. Não há misericórdia entre Benfica e Sp. Braga. Jamais, os tempos assim o dizem.
Podia prever-se que o triunfo não fugia aos encarnados. Previsões furadas pelo empate de Elderson. Nem mesmo a ferida infligida pelo belga tombou os arsenalistas, habituados cada vez mais a situações adversas.
Levantaram-se, mas não conseguiram manter-se em pé. No último fôlego, a águia ergueu uma asa, Gaitán e Bruno César descobriram espaço e o brasileiro atirou para a vitória redentora dos encarnados. O Sp. Braga ia mesmo ao chão e a glória da batalha ficou para o Benfica, que, ironicamente, deixa o maior rival na liderança e agora espera ter nos minhotos um aliado no próximo fim-de-semana. Esta liga é incrível.
FC Porto - Olhanense: Análise
A Figura: João Moutinho
Enorme do princípio ao fim! A entregar, a recuperar, a rematar, a deliciar a plateia. Pormenores voluptuosos, ao alcance apenas dos predestinados. Toque de calcanhar a isolar James na primeira parte, passe em jeito a solicitar a entrada de Sapunaru na segunda. Dois exemplos de uma atividade intensa durante os 90 minutos. Está com uma capacidade física notável e uma confiança sem limites. Influente no processo defensivo e decisivo no ofensivo. Está, enfim, em todos os momentos. O F.C. Porto precisa de um João Moutinho assim até final da época.
O Momento: o sossego do golo
As recentes aparições do F.C. Porto no Dragão preocupavam os adeptos. Compreensivelmente. Daí que o primeiro golo tenha sido uma catarse coletiva, o purgar de todos os medos e anseios da equipa a jogar em casa. Surgiu em boa hora para os azuis e brancos, a meio da primeira parte.
A Desilusão: Wilson Eduardo e Salvador Agra
Exceção feita aos primeiros 15/20 minutos, os talentosos extremos do Olhanense jamais preocuparam a defesa do Porto. Talvez por mais mérito alheio do que demérito próprio. A verdade é que os internacionais sub-21 não foram os jogadores venenosos, incisivos e agitadores que costumam ser. Wilson Eduardo até já marcara em Alvalade e na Luz. Desta vez, não. Deles se esperava muito, mas a resposta foi claramente insuficiente.
A Crónica do Jogo:
Outros destaques
Lucho Gonzalez
Por tudo o que se tem dito/escrito sobre «El Comandante» e por tudo o que a equipa (não) tem feito nos jogos em casa, aquele primeiro golo foi providencial para o F.C. Porto. Um pontapé seco, bem colocado, a celebrar a harmonia entre o argentino e as bancadas. Vítor Pereira defendera Lucho na conferência de imprensa de antevisão, apesar do evidente abaixamento de forma. O jogador respondeu com competência. Procurou mais a bola, palmilhou uma superior dimensão de terreno, entregou-se até à derradeira gota de suor. Percebeu-se a substituição por Steven Defour a meio da segunda parte. Lucho correu como à muito não corria.
James Rodríguez
Atirou uma bola ao poste, marcou um golo belíssimo e jogou como há algumas semanas não o fazia. Talento cristalino, diáfano, a não aceitar qualquer reprimenda. Não é um extremo, já se sabe, antes um avançado que precisa de bola para criar espaço. Letal a driblar da direita para o meio, à semelhança de Hulk, e a procurar o melhor pé. Qualidade sem reservas de espécie alguma. Já leva 12 golos no campeonato nacional.
Hulk
Bom jogo. Vontade de fazer sempre tudo bem, várias tentativas de chegar ao golo, algumas combinações recheadas de altruísmo e os exageros que se lhe conhecem e perdoam. Devia ter tocado para Lucho fazer o golo ainda no primeiro tempo, mas optou por rematar. Pontapé extraordinário aos 47 minutos e uma arrancada poderosíssima já em cima do apito final. Corre, corre, resiste, resiste. Unidade incontornável no ataque, mesmo que aqui e ali continue a não definir bem.
Fabiano Freitas
O F.C. Porto tinha-o atravessado na garganta desde o jogo de Olhão. Não será exagero, porém, que fez uma exibição ainda melhor desta vez. Não parou uma grande como na primeira volta, é certo, mas fez seguramente cinco/seis defesas de elevado grau de dificuldade. Inspiradíssimo, quase inultrapassável. Só o vimos a cometer um erro de pormenor, ao calcular mal o tempo de saída por volta dos 55 minutos. Fora isso, perfeito!
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