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sexta-feira, 6 de abril de 2012

Sporting nas Meias Finais

 

Golo de Van Wolfswinkel e penalty defendido por Patrício foram as chaves

Pela quinta vez na sua história, o Sporting está nas meias-finais de uma competição europeia, graças ao empate (1-1) em Kharkiv, diante do Metalist. Um empate com sabor a vitória, e que teve dois momentos chave: o golo de Van Wolfsiwnkel, em cima do intervalo, e a defesa de Rui Patrício a um penalty de Cleiton Xavier, aos 64.

Em Alvalade, tinha sido o mesmo jogador, no período de descontos, a marcar o golo que atenuava a grande vantagem leonina e deixava a eliminatória em aberto e condenava os leões a 90 minutos de sofrimento na Ucrânia. Em Kharkiv, onde, em Junho, a seleção de Portugal poderá decidir o seu futuro no Euro-2012, foi novamente o duelo entre Cleiton e Patrício o momento que encaminhou de vez o destino de uma eliminatória cerrada. Para o lado português.

Sá Pinto, que tinha rejeitado de véspera o cenário de jogar para o zero zero, confirmou essa ideia apostando em André Martins para o onze inicial. O jovem médio respondeu em grande nível e deu qualidade na circulação de bola à equipa portuguesa, que mesmo acusando o mau estado de um relvado impróprio, conseguiu manter o perigo afastado da sua área durante a primeira meia hora.

Foi já numa fase em que o Metalist, impulsionado por um fantástico Taison, rondava mais a baliza de Patrício (com o guarda-redes a responder presente sempre que necessário) que o leão teve a recompensa no melhor dos momento. Capel, até aí muito discreto, trabalhou bem na esquerda e cruzou, de pé direito, para a cabeça de Van Wolfswinkel, que não perdoou.

Faltavam 45 minutos, que se antecipavam de grande sofrimento. Até porque, como era previsível, o Metalist lançou de imediato um segundo homem de área, o temível Devic, para acompanhar o argentino Cristaldo. Foi dos pés e da cabeça desta dupla que saiu o golo do empate, logo aos 57 minutos, numa altura em que o leão acusava défice físico na cobertura aos centrais.

Sá Pinto tentou acautelar o golpe, lançando o possante Renato Neto para o meio campo, mas a saída de Matías Fernandez retirou capacidade à equipa para segurar a bola. Temeu-se o pior quando Insúa deu um encosto a Devic, na área, e o árbitro apontou para a marca. Mas o segundo duelo entre Patrício e Cleiton sorriu, desta vez, ao excelente guarda-redes dos leões, que deu, nesse momento, uma machadada decisiva no moral dos ucranianos.

Tal como em Manchester, o Sporting foi obrigado a lutar e sofrer na meia hora final, mais do que a jogar com bola. As entradas de André Santos e Evaldo reforçaram a fortaleza em redor da baliza de Patrício. O Metalist, demasiado dependente das arrancadas de Taison, nem sequer criou muitas oportunidades de golo, nesse minutos finais que pareciam nunca mais acabar.

Com os leões a defenderem bem, o apito final chegou e com ele a quinta meia final do historial europeu dos leões, onde terão pela frente o At. Bilbao, com a primeira mão já no dia 19 em Alvalade.

In Mais Futebol

quinta-feira, 5 de abril de 2012

Liga Europa

Agora que o Benfica foi eliminado das competições europeias cabe ao Sporting de Sá Pinto manter o orgulho português na luta pelo prestígio europeu deste ano. Força Sporting!




Benfica tombou com honra

 Handicaps a mais anularam demonstração de personalidade; o milagre chegou a parecer possível.

Sem surpresas, nem milagres, mas com muita alma e enorme dignidade, o Benfica despediu-se da Liga dos Campeões em Stamford Bridge. Sai de cena vergado às limitações no eixo defensivo, e, principalmente, ao golo de Kalou na Luz, que permitiu aos ingleses, comandados por Di Matteo, gerir grande parte do segundo jogo de forma italiana.

A derrota diante do Chelsea (2-1) foi precipitada por dois incidentes, na primeira parte, com tanto de evitáveis como de previsíveis. O segundo tempo e o golo tardio de Javi Garcia, deixaram bem vincado que este Chelsea era tudo menos inacessível. Mas, depois do 0-1 da Luz, as duas imprudências do primeiro tempo tiveram demasiado peso no desfecho da eliminatória.

Com a baixa de Luisão confirmada, Jorge Jesus foi mesmo obrigado a «inventar» uma dupla de centrais, como tinha anunciado. Emerson juntou-se a Javi Garcia e os adeptos encarnados terão por certo tremido, face à dupla solução de recurso, perante um ataque que, mesmo deixando Drogba no banco, tal como sucedera na Luz, apresentava argumentos ameaçadores.

No entanto, cumprindo a segunda previsão do técnico encarnado, o Chelsea encolheu-se e cedeu a iniciativa ao Benfica que, com Gaitán muito ativo na esquerda, foi ganhando confiança e atitude nos minutos iniciais. Isto permitiu tranquilizar o adaptado Emerson, muito seguro nos primeiros duelos.

Foi do outro central improvisado, Javi Garcia, que surgiu o primeiro desequilíbrio no jogo: numa saída rápida do Chelsea, o espanhol abordou um lance na área como se estivesse no meio-campo, abalroando Ashley Cole. Lampard não perdoou no penalty, apesar da boa estirada de Artur, que ainda tocou na bola (21 m).

Os minutos seguintes foram de desnorte para os encarnados, que viram três cartões amarelos em lances perfeitamente evitáveis. Um deles, o de Maxi Pereira, viria a revelar-se decisivo, já que aos 40 minutos o uruguaio teve um carrinho imprudente sobre Obi Mikel e recolheu mais cedo às cabinas, por ordem do árbitro Skomina.

Jorge Jesus não teve outro remédio se não prolongar as invenções, adaptando Witsel a lateral direito, e deixando a equipa a jogar num 4x1x3x1, com Matic como excelente referência de solidez a meio-campo.

Encorajado por um Chelsea extremamente passivo na gestão dos acontecimentos, o Benfica não entregou a eliminatória, mesmo jogando com um a menos. Cech teve de mostrar serviço em várias ocasiões, em especial num tiraço de Cardozo que ia direitinho ao ângulo (49 m). O jogo tornava-se mais aberto, com espaços a meio-campo, e Artur também tinha de compensar a falta de rotina de Witsel no lugar de Maxi, negando o golo a Kalou em dois momentos.

Por volta dos 60 minutos, Jesus optou por gerir efetivos, tendo o derby de segunda-feira no pensamento. Cardozo e Gaitán, que estavam em bom plano, foram poupados, dando lugar a dois avançados móveis e enérgicos, como Djaló e Nélson Oliveira.

Foram estes a animar os encarnados para uma meia hora final de grande intensidade, que lance após lance foi silenciando Stamford Bridge.

A cinco minutos do fim, já com Rodrigo na vaga de Bruno César, um canto de Aimar permitiu a Javi redimir-se do penalty, cabeceando para o empate. O Chelsea tremeu, e o Benfica esteve perto do milagre, num lance em que Nélson Oliveira optou (mal) pelo remate em arco, com Djaló sozinho a seu lado.

Na resposta, já em período de descontos, Meireles aproveitou uma hesitação de Aimar, com o Benfica todo atirado para a frente, para sentenciar o jogo e a eliminatória nuim longo sprint concluído com um tiraço indefensável para Artur.

Com mais bola, mais remates e mais alma do que o adversário, mas a pagar pelos handicaps que impôs a si próprio, o Benfica sofria a segunda derrota numa semana, diante de um Chelsea que, mesmo sendo eficaz, provou estar longe, muito longe, da equipa que a Europa se habituou a temer.

in Mais Futebol

quarta-feira, 4 de abril de 2012

Jorge Jesus diz:



"Temos capacidade para superar o Chelsea". No jornal A Bola, o treinador encarnado vem afirmar que acredita na vitória pelo facto do Benfica ter marcado sempre fora e por a sua equipa possuir qualidade individual e colectiva suficientes para superar a equipa de Stamford Bridge. Jorge Jesus diz ainda que, se tiver tanta sorte neste jogo como o Chelsea teve no último, sairá vencedor. Aconselho-o a ter mais calma com os discursos senhor Jesus. Dando exemplos seus de normalmente não ser capaz de assumir uma derrota e enaltecer-se e fazer passar-se pelo "maior" depois de uma vitória não são qualidades muito bem vistas num treinador profissional de futebol. E de qualquer forma, não faz a sorte parte do jogo?

terça-feira, 3 de abril de 2012

Texas Hold'Em Poker




Faça as suas apostas aqui

O Poker é um jogo de cartas muito comum nos casinos, jogado no mínimo por duas pessoas. É considerado o mais popular jogo de cartas, tanto no geral como na classe de jogos em que o jogador com cartas total ou parcialmente escondidas aposta para um monte central. O prémio é atribuído ao jogador que conseguir a melhor combinação resultante das cartas da sua mão com as cartas da mesa ou ao último jogador da mesa no caso dos outros desistirem. 
É essencial conhecer as regras do jogo, o valor das respectivas combinações (umas valem mais do que outras. Normalmente, quanto mais complexas e improváveis forem, mais valem) e os pormenores sobre as apostas e os respectivos limites.
Existem vários tipos de Poker como o Poker Fechado (ex: Five Card-Draw), Poker Aberto (ex: Seven-Card Stud) e o Community Card Poker (ex: Texas Hold'em).
Vamos então focar o Texas Hold'em pois é o estilo mais popular do Community Card Poker e é jogado na televisão e na maior parte dos sites de poker online, como é o caso da 
Bwin. Neste tipo de Poker, o jogador recebe duas cartas e outras cinco são dispostas abertamente sobre a mesa. Para ganhar, o jogador necessita de fazer combinações entre as suas duas cartas e as cartas da mesa.
São efectuadas quatro rodadas de apostas: uma depois dos jogadores receberem as duas cartas fechadas,  outra assim que são abertas três cartas na mesa de uma vez (movimento designado também como “Flop”)  e outras duas após serem abertas mais duas cartas na mesa, uma de cada vez (movimentos designados como “Turn” e “River”).
Antes das cartas de mão serem distribuídas, os dois jogadores à esquerda do dealer devem iniciar as apostas. São chamados de “Small Blind” e “Big Blind”. A Small Blind cobre metade do valor da aposta da Big Blind e os outros jogadores têm de igualar ou aumentar as apostas para continuarem em jogo. No caso da aposta ser aumentada, os restantes terão de a cobrir para seguir em frente. Após a distribuição das cartas de mão e das apostas feitas, o dealer faz o Flop, ou seja, expõe as primeiras três cartas abertas sobre a mesa. Segue-se uma nova ronda de apostas com as mesmas regras da anterior e no final é feito o Turn (o dealer expõe a quarta carta aberta). Há uma nova rodada de apostas e é feito o River (o dealer expõe a quinta carta aberta). É então feita a aposta final ou “Showdown” e então os jogadores que decidem continuar em jogo mostram as respectivas cartas de mão, começando pelo último que abriu ou relançou as apostas. Apenas este jogador é obrigado a mostrar o jogo. Os restantes têm a hipótese de deixar as cartas escondidas se perceberem que não venceram. De qualquer forma, se há um jogador que possui uma mão maior, deve mostrá-la a todos, pois a maior combinação leva todas as fichas no pote de apostas. Existem algumas variações no Texas Hold'em em relação ao limite máximo de uma aposta. O No Limit Hold'em permite o tão conhecido "All-In", ou seja, apostar tudo que se tem. Porém, nenhuma aposta pode ser inferior ao valor apostado para entrar na partida.
Para aprender mais sobre jogar Poker de forma a melhorar o seu jogo, pode fazê-lo em Bwin Poker School.

Faça as suas apostas aqui



 A comitiva do Benfica já está no Aeroporto da Portela, em Lisboa, rumo a Inglaterra, onde vai jogar a segunda mão dos quartos de final da Liga dos Campeões frente ao Chelsea.
Para além do grupo de 22 jogadores, destaque para a presença de João Nunes, capitão dos juvenis, que se junta à equipa.
O charter tem partida prevista de Lisboa para as 10 horas, com destino ao aeroporto de Luton, em Londres.

In A Bola

domingo, 1 de abril de 2012

Hirvonen vence rali de Portugal




O finlandês Mikko Hirvonen (Citroen) conquistou este domingo a sua primeira vitória no Rali de Portugal, ao terminar a prova com o tempo total 4:19.24,3 horas, após cumprir a última especial, ganha pelo espanhol Dani Sordo (Mini).
Segundo os regulamentos, a "power stage", última especial do rali, atribui pontos extra aos três primeiros, com o vencedor a receber três, o segundo dois e o terceiro um, tendo Sordo conquistado três, "roubando" ao finlandês Jari-Matti Latvala (Ford) mais um ponto para o Mundial.
Hirvonen, que garantiu 25 pontos com a vitória no rali e ascendeu assim à liderança do Mundial com 75, mais nove do que o seu companheiro de equipa, o francês Sebastien Loeb, optou por levantar o pé, não correndo riscos desnecessários.
in Record