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sábado, 28 de abril de 2012

Otamendi e Sapunaru precisam de evitar amarelo para jogar contra o Sporting


Otamendi e Sapunaru estão convocados para o jogo na Madeira e devem mesmo integrar a equipa titular, à semelhança do que tem vindo a acontecer nos últimos jogos do FC Porto. Contudo, ao contrário dos restantes colegas de equipa, esta dupla entrará nos Barreiros, para defrontar o Marítimo, em alerta amarelo.

Tanto o defesa-central, de 24 anos, como o lateral-direito, de 28, estão apenas a um cartão amarelo de cumprirem um jogo de castigo no campeonato e, por isso, o alarme clássico já soou para os dois. É que, depois da visita ao terreno do Marítimo, o FC Porto recebe o Sporting, num daqueles duelos de elevado quilate que ninguém gosta de falhar e essa dupla defensiva tem a utilização em risco.


in Record

Plantel da União de Leiria pede rescisão


Depois de uma tarde inteira de reuniões não foi possível chegar a acordo com a SAD.

Os jogadores da U. Leiria decidiram rescindir coletivamente os contratos que os ligavam à SAD pondo fim a uma tarde inteira de reuniões com o Sindicato de Jogadores e o próprio João Bartolomeu que se juntou mais tarde ao grupo. 

Os 16 atletas do plantel profissional que tinham contrato com a U. Leiria já enviaram os pedidos de rescisão, fazendo-o por carta e por faxe. Para além disso, boa parte deles, apurou oMaisfutebol, já retirou os objetos pessoais das instalações do clube, mostrando a vontade segura de não voltar a jogar com a camisola leiriense.

As consequências segundo o regulamento disciplinar

A decisão foi tomada na sequência da impossibilidade de chegar a um acordo para o pagamento dos três meses de salários em atraso como fora inicialmente exigido pelo plantel. Nas últimas horas houve duas tentativas de demover os atletas da rescisão coletiva, mas as mesmas foram recusadas pelo grupo. 

Neste momento, portanto, o jogo com o Feirense, do próximo domingo, não irá ter lugar. No entanto, as próximas horas serão decisivas, sendo que o pagamento de três meses em atraso pode convencer ainda os jogadores a retirar o pedido de rescisão. 

João Bartolomeu reitera vontade de desistir da Liga

Nesta altura, apenas os emprestados Oblak e Shaffer, além de Gottardi, Marcos Paulo (ausente no Brasil), Barkroth e Djaniny, mais dois juniores, Filipe Oliveira e Pedro Almeida, têm contrato. Destes, porém, é preciso lembrar que Gottardi e Pedro Almeida (fraturou um braço em Março) estão em recuperação. O benfiquista Elvis, que tinha parte do salário pago pela U. Leiria, também rescindiu.

De acordo com o que o Maisfutebol apurou, o 
comunicado da Liga de Clubes tornou ainda mais difícil um entendimento entre as partes

in Mais Futebol

Possibilidade de venda de Garay


O Benfica não fecha a porta a uma eventual transferência de Ezequiel Garay já no final da temporada, isto apesar de o central argentino ter chegado ao clube encarnado apenas no último verão. O ex-jogador do Real Madrid é um dos elementos com mais mercado na Luz e face às necessidades financeiras dos encarnados, Luís Filipe Vieira não fecha a porta a uma eventual transferência, desde que os valores apresentados por emblemas interessados correspondam às expectativas traçadas pelos responsáveis benfiquistas.

Depois de investir 5,5 milhões em metade do passe do internacional argentino, as águias não tencionam vender por menos que o dobro desta verba, alcançando o retomo considerado como “mínimo”. Lembre-se que no caso de Ramires (similar por ter ficado também apenas uma época na Luz), os encarnados conseguiram um lucro de 10 milhões depois de terem investido 7 na contratação.

in Record

sexta-feira, 27 de abril de 2012

Sporting eliminado na meia final: Sofrer até ao fim

Esqueceram-se de Llorente e perde-se a final europeia.

E é o Athletic que vai à final da Liga Europa. Culpa de um Llorente fantástico, que nunca foi anulado por completo pelos leões, e somou duas assistências e um golo. O Sporting acaba castigado também por ter desistido cedo de mais da decisão nos 90 minutos, e querer adiar tudo para o prolongamento. O ataque dos homens de Sá Pinto morreu naquela bola ao poste de Insúa e ainda faltava bem mais de meia-hora.

Muita alma. Essa foi a receita de Sá Pinto para tentar passar em San Mamés e chegar à final da Liga Europa. Transições rápidas, bola em Diego Capel, Matías Fernández e André Martins, sobretudo esses - mesmo que a bola não saísse aí, a ordem era de levar logo a bola para o outro lado -, para as roturas e Van Wolfswinkel a tentar as emendas.

Já o Athletic não abdicou do seu estilo, recortando as jogadas até à área de Rui Patrício, sem nunca esquecer a referência de todo o ataque, Fernando Llorente. A alternância entre um estilo apoiado e outro mais vertical confundiu muitas vezes o meio-campo leonino, que perdia a oportunidade de pressionar em todos os momentos defensivos. Ao permitirem as movimentações de Llorente, a equipa de Sá Pinto chegou ao intervalo com a eliminatória empatada e o ponta de lança rival com duas assistências no bolso.

O primeiro momento intenso da partida foi o cartão amarelo visto por Van Wolfswinkel, logo aos dez minutos, numa entrada sem nexo sobre Amorebieta, que lhe anulou logo ali todas as hipóteses de jogar a final. Quatro minutos depois, foi Muniain a demorar uma eternidade para fazer o 1-0. No entanto, o primeiro golo não demorou assim tanto. Herrera ganhou a bola a Schaars, com o cotovelo do médio a deixar o holandês agarrado à cara, e entregou-a a Muniain, que cruzou para a área. Llorente amorteceu de peito e Susaeta rematou contra o solo antes de passar a linha.

Reação até ao empate e Llorente a resolver outra vez

A reação dos leões foi forte. Algumas más decisões no último terço (muitas de Wolfswinkel, talvez abalado pelo cartão) impediram, no entanto, que fossem causados mais estragos na defesa basca. O empate esteve, contudo, perto aos 21 minutos, quando, ao grande cruzamento de Capel, Pereirinha cabeceou por cima. Houve ainda uma defesa apertada de Iraizoz a desvio de Polga, após canto (33), antes do golo que empatou a partida.

Bola cá, bola lá, Ibai falhou a emenda aos 40 antes de, três minutos depois, Llorente obrigar Patrício a uma defesa extraordinária. A bola voltou à área basca para um canto. O cruzamento de Matías foi aliviado, mas sobrou para o remate de André Martins. Xandão falhou o desvio de calcanhar e, à entrada da área, Van Wolfswinkel rematou de pé esquerdo para as redes.

No entanto, a festa demorou pouco. Passe para Llorente, claro. O ponta-de-lança trabalhou entre Xandão e João Pereira e entregou a bola de bandeja em Ibai, que voltou a colocar San Mamés em ebulição.

Soltar André Martins não resultou

Sá Pinto foi o primeiro a mexer. Deixou Matías nos balneários ao intervalo e fez entrar Daniel Carriço numa tentativa de libertar André Martins para missões mais ofensivas. Depois de algum controlo basco, a partida voltou ao ritmo frenético do primeiro tempo. Em três minutos, duas bolas ao poste e uma grande defesa de Patrício, que entrou primeiro em ação ao desviar para canto uma bomba de Susaeta (52). Logo a seguir (53), Javi Martínez acertou no poste, depois de um canto e, na resposta, na conversão de um livre, Insúa também atirou ao ferro, com Iraizoz batido. Acabaria aí o Sporting.

Sem Matías e com Carriço (que viu-lhe ser perdoado o segundo amarelo aos 61 minutos, por uma segunda entrada fora de tempo a meio-campo), o clube de Alvalde abdicou cedo de mais do ataque e a pressão dos visitados intensificou-se. O golo decisivo surgiu sobre os 90, com João Pereira a não controlar Ibai já na área e Llorente a antecipar-se aos centrais na jogada de toda a deceção leonina.

in Mais Futebol

quinta-feira, 26 de abril de 2012

Sporting procura final da Liga Europa

O Sporting procura hoje qualificar-se para a final da Liga Europa de futebol, defendendo frente ao Athletic de Bilbau a vantagem de 2-1 alcançada na primeira mão das meias-finais, em Lisboa.

Apesar de nunca ter ganho em Espanha nas competições europeias, o Sporting  apresenta-se no País Basco para tentar alcançar a sua terceira final continental,  após a conquista da Taça das Taças em 1964 e a perda da Taça UEFA em 2005  para o CSKA de Moscovo.
À entrada para o jogo no Estádio de San Mamés, o Sporting faz valer  o resultado alcançado em Alvalade, há uma semana, onde Insúa (76 minutos)  e Capel (80) marcaram para a equipa lisboeta, depois Aurtenetxe (54) ter  inaugurado o marcador a favor dos espanhóis.
Para garantir presença em Bucareste, naquela que seria a 16. final  europeia do futebol português, e manter-se na corrida ao troféu ainda em  posse do FC Porto, basta à equipa de Ricardo Sá Pinto um empate ou até uma  derrota por um golo de diferença, desde que marque pelo menos dois.
Sexto classificado do campeonato espanhol, o Athletic não perdeu um  único dos oito confrontos em casa na presente edição da Liga Europa e ao  logo da época apenas foi derrotado por três vezes no seu terreno, onde o  FC Barcelona não foi além de um empate a dois.
Eliminado pelo Sporting na Taça UEFA em 1985, o conjunto basco, que  venceu os três confrontos anteriores em casa com equipas portuguesas, tem  agora uma oportunidade para se desforrar, em encontro marcado para as 20:05.
À mesma hora, numa meia-final cem por cento espanhola, o Valência procura  inverter em casa a tendência da eliminatória com o Atlético de Madrid, que  venceu a primeira mão por 4-2.

in Sic Notícias Online

Final da Champions sem equipas espanholas. Real tomba nas grandes penalidades

Tendo que vencer e marcar, pelo menos, um golo, o Real Madrid entrou em campo ao ataque, tentando surpreender o Bayern de Munique, que certamente não esperaria uma entrada tão feroz e decidida.
Aos 6 minutos, a equipa “merengue” chega ao primeiro golo, através de uma grande penalidade convertida por Cristiano Ronaldo, a castigar uma “alegada” falta de Alaba (corte da bola com a mão em plena grande área), depois de um belo trabalho de Angel Di Maria. A infracção é muito discutível, pois não se percebe se o jogador da equipa alemã escorrega e toca com a mão na bola, ou se se atira para o relvado na tentativa de cortar o lance e acaba por utilizar a mão. Nestes casos conta a interpretação do árbitro, e o juiz húngaro considerou que houve intenção de cortar o lance com a mão. Nem no lance corrido, nem nas imagens em câmara lenta conseguimos perceber o que realmente aconteceu.Pouco depois, e após mais uma grande pressão dos atacantes do Real Madrid, o médio Mezut Ozil descobre Cristiano Ronaldo completamente solto e faz um grande passe, que “rasgou” por completo toda a defensiva do Bayern. Assim que recebeu a bola, o internacional português dispara um dos seus pontapés indefensáveis, colocando os “merengues” em vantagem no jogo e na eliminatória.
Só que um golo da equipa alemã mudaria todo o cenário e foi isso que veio realmente a acontecer ao minuto 27, através de uma grande penalidade cobrada por Arjen Robben, depois de uma falta de Pepe sobre Mário Gomez, já perto da linha de fundo.
A partir deste momento, com a eliminatória completamente empatada, o cariz da partida mudou de forma radical, pois o Real Madrid sentiu o golo e passou a jogar de forma mais lenta, mais denunciada e tendo em atenção a sua baliza. Já o Bayern de Munique soltou-se mais, passou a atacar as redes de Iker Casillas de forma mais certeira e só não chegou ao segundo golo, porque o guardião “merengue” estava inspirado e defendeu tudo o que havia para defender.
Ao intervalo, o 2-1 ajustava-se ao que se tinha passado no primeiro tempo, mas um empate a duas bolas também seria aceitável, contando todas as oportunidades que os alemães tiveram ao longo dos 45 minutos.
Na segunda metade, tudo se manteve inalterável, pois as equipas não queriam arriscar um ataque que, sendo mal conduzido, poderia resultar num contra-ataque e no golo do adversário, o que “selaria” de imediato a eliminatória.
Cristiano Ronaldo, Kaká, Alaba e Mário Gomez eram os elementos mais inconformados das duas equipas, mas nenhum deles conseguia quebrar a barreira defensiva da formação adversária, o que lhes criou um desgaste físico tremendo que viria a ser decisivo.
No final dos 90 minutos, o Real Madrid estava em vantagem no jogo, mas a eliminatória estava igualada em todos os aspectos, pelo que foi necessário recorrer a um prolongamento de 30 minutos (duas partes de 15 minutos cada).
No tempo-extra, os adeptos bem puxaram pelas respectivas equipas, mas nenhuma delas conseguia superiorizar-se, dando a ideia que queriam discutir tudo no desempate por pontapés da marca de grande penalidade.
Num jogo cujo resultado foi feito através de dois penaltis, nada mais justo do que decidir tudo na grande “lotaria” do futebol. Uma decisão para muitos cruel, mas mais cruel seria obrigar os jogadores a fazerem prolongamentos que se poderiam tornar intermináveis, ou solucionar o problema utilizando a “moeda ao ar”.
Nos pontapés decisivos, Cristiano Ronaldo (que tinha marcado um penalty durante o jogo) e Kaká falharam as duas primeiras grandes penalidades (Manuel Neuer defendeu), dando ao Bayern uma vantagem confortável, pois Alaba e Mário Gomes converteram os dois primeiros castigos máximos.
Na terceira grande penalidade, Xabi Alonso converteu e Lahm falhou, mas na penalidade seguinte Sérgio Ramos não aguentou a pressão e atirou para a bancada, colocando o Bayern muito perto da Final.
Aos bávaros faltava-lhes apenas converter mais uma grande penalidade para marcarem presença no jogo decisivo, e foi o que Bastian Schweinsteiger fez, lançando a festa no banco de suplentes da equipa alemã e no “pequeno” sector das bancadas onde estavam cerca de 4000 adeptos do clube alemão.
Assim, o Real Madrid falha a conquista da sua 10º Liga dos Campeões, o grande objectivo dos responsáveis “merengues” e de José Mourinho para esta temporada, enquanto o Bayern defronta o Chelsea na Final de Munique, sem Alaba, Luís Gustavo e Badstuber, que viram o segundo cartão amarelo na prova e cumprem um jogo de suspensão.

quarta-feira, 25 de abril de 2012

Barcelona perde lugar na final da Champions


Di Matteo como Mourinho há dois anos: Guardiola perde a segunda final em três anos e o Barça torna-se menos encantador.

José Mourinho não esteve em Camp Nou, mas é impossível não pensar nele neste momento: depois de ter afastado o Barcelona da luta pelo título no último sábado, eliminou-o da final da Liga dos Campeões esta terça-feira. Ou pelo menos a tática dele eliminou: lembram-se de como foi em 2010? 

O Chelsea de Di Matteo foi uma cópia do Inter de Mourinho: e o Barça cai pela segunda vez nas meias-finais da Champions em três anos. A maior diferença esteve no resultado, este Chelsea fez dois golos em Camp Nou, o Inter não conseguiu nem um. De resto sobraram muitas semelhanças.

O Chelsea ficou (tal como o Inter há dois anos) muito cedo reduzido a dez jogadores: John Terry fez uma asneira de todo o tamanho, agrediu Alexis com uma joelhada e viu o vermelho. Justamente fica fora da final de Munique. Com isso obrigou a equipa a jogar uma hora com menos um jogador.

Também por isso o Chelsea, como o Inter há dois anos, praticamente abdicou do ataque, colocando todos os jogadores num curto espaço de terreno, imediatamente à frente da grande área: dez atletas em duas linhas muito juntas e um avançado a fazer de lateral (Etoo no Inter, Drogba no Chelsea).

Depois sobraram heróis. Petr Cech, por exemplo. Defendeu tudo o que podia, numa exibição de mão cheia. Inesquecível, por exempo, a defesa muito perto do fim a desviar um remate de Messi para o poste. Mas houve mais: Drogba foi enorme e Ramires brilhou mais do que todos num golaço.

Raul Meireles foi também ele enorme, como todos os colegas, no sacrifício de defender sem parar e Bosingwa, que entrou para jogar a central, fez um jogo quase sem erros. Para Meireles, porém, a Champions acaba aqui: o amarelo aos 88 minutos retira-o do jogo mais desejado, em Munique.

Tiki-taka-tiki-taka... bum

O Barcelona entrou no jogo a atacar e a mandar uma bola às malhas laterais. Pouco depois Petr Cech roubou o golo a Fabregas. O Chelsea não rematava e justamente sofreu o primeiro golo: Busquets finalizou um centro de Daniel Alves. Pouco depois Messi lançou Iniesta, que fez o 2-0.

Pelo meio já John Terry tinha sido expulso por uma estupidez. O Barça, portanto, estava na frente e com a eliminatória na mão. Mas foi aí que surgiu Ramires: recebeu um lançamento de Lampard e só com Valdés pela frente fez-lhe um chapéu fantástico. Um golo lindo, no primeiro remate da equipa.

A segunda parte abriu com um penalty (duvidoso) para o Barça, que Messi desperdiçou: o argentino atirou à trave. O melhor do mundo desaparecia a seguir do jogo e confirmava que esta não é a época dele, nos dois jogos fundamentais do formação catalã esta época, Messi não conseguiu resolver.

Apesar de tudo, e mesmo sem jogar bem, o Barcelona continuou a sufocar o Chelsea. Cech manteve o sonho. No fim, já nos descontos, Fernando Torres fica para trás e aproveita o balanceamento do adversário para receber uma bola, correr longos metros e sentenciar a eliminatória marcando o 2-2.

Curiosamente o Chelsea elimina o Barça com três golos nos descontos: um em Londres, um na primeira parte de Camp Nou e outro na segunda. Este Barça pode ter encerrado um ciclo. Em dois jogos o tiki-taka deixou de ser espetáculo. Passou a ser o contagem do tempo até à bomba rebentar.

Ficha de jogo:

BARCELONA: Valdés; Puyol, Mascherano e Piqué (Dani Alves, 26m); Busquets; Xavi e Iniesta; Fabregas (Keita, 74m), Alexis, Messi e Cuenca (Tello, 68m). 
Suplentes: Pinto, Thiago Alcântara, Adriano e Pedro.

CHELSEA: Petr Cech; Ivanovic, Cahill (Bosingwa, 11m), John Terry e Ashley Cole; Raul Meireles, Obi Mikel e Lampard; Ramires, Drogba (Torres, 80m) e Juan Mata (Kalou, 58m). 
Suplentes: Turnbull, Essien, Malouda e Sturridge.

GOLOS: Busquets (35m), Iniesta (43m), Ramires (45m) e Torres (90m)
Disciplina: cartão amarelo para Messi, Iniesta, Ramires, Lampard, Mkel e Raul Meireles. Cartão vermelho para Terry

in Mais Futebol