Preso durante as últimas três temporadas, o grito
"campeão!" foi solto pelas gargantas dos adeptos do Real Madrid,
que comemoraram o fim de uma ditadura imposta em Espanha pelo Barcelona
de Pep Guardiola. Numa festa curta, mas intensa na Catedral de San
Mamés, um homem que nem sempre se revelou consensual entre os
adeptos merengues foi o centro de todas as atenções no
relvado basco, após o 3-0 aplicado pelo Real Madrid ao
Atlético de Bilbau. Atirado ao ar pelos seus jogadores,
José Mourinho foi o grande homenageado da festa e tem todas as
razões para se sentir (mais uma vez) nas nuvens. À
segunda tentativa, El Especial conseguiu derrubar o "invencível"
Barcelona e sagrou-se campeão em quatro países diferentes
- Portugal, Inglaterra, Itália e Espanha -, provando que o
continente europeu ficou pequeno para a sua fúria e
insaciável sede de vitória.
O feito de Mourinho ganha outra dimensão por um, digamos
assim, hat trick inédito naquilo que diz respeito às
ligas consideradas como as maiores da Europa. Com esta conquista, o
português tornou-se o primeiro de sempre a ter no
currículo os títulos espanhol, inglês (2004/05 e
2005/06, pelo Chelsea) e italiano (2008/09 e 2009/10, pelo Inter),
partes integrantes de uma luxuosa coleção de
troféus que já chega aos 20 em 13 temporadas como
treinador principal. Se lhes somarmos os dois títulos nacionais
conquistados no comando do FC Porto (2002/03 e 2003/04), o rei da
Europa é protagonista da incrível façanha de ter
sido campeão em quatro dos cinco países que lideram o
ranking da UEFA, faltando-lhe agora um título de campeão
na... Alemanha para estabelecer uma marca ainda mais ímpar e
inatingível.
in O Jogo Online
quinta-feira, 3 de maio de 2012
Corrida aos bilhetes para a final do Jamor
Grande afluência por parte dos adeptos que querem assegurar presença na final da Taça de Portugal, no Jamor.As bilheteiras de Alvalade abriram religiosamente às 9 horas e, por essa altura, já se formava uma fila de cerca de 700 metros de adeptos que esperavam ordeiramente a sua vez para adquirir os ingressos, sendo que, neste primeiro dia, a venda será exclusiva a sócios vitalícios renovados e aos detentores de lugares especiais renovados.
A este ritmo, é possível que os 11 mil ingressos disponibilizados pela Federação ao Sporting para o jogo com a Académica esgotem hoje ainda antes do fecho das bilheteiras, às 19.30 horas.
in A Bola
quarta-feira, 2 de maio de 2012
Eusébio chegou há 50 anos
Pantera Negra Goleador veio para Lisboa
disfarçado com nome de mulher, para despistar o Sporting. O Benfica
era o destino final e aí começou uma lenda.
Eusébio
da Silva Ferreira, nascido em Lourenço Marques, hoje Maputo, capital de
Moçambique, a 25 de Janeiro de 1942, chegou, viu e venceu
(praticamente) tudo com a camisola do Benfica.
O Pantera Negra assinou pelo Benfica, mas esteve a um passo de rumar ao eterno rival Sporting. Eusébio jogava na filial leonina de Lourenço Marques quando um funcionário do Benfica tratou da sua transferência para as águias. Colocou o Eusébio num avião sob um nome falso (Ruth Malosso) e avisou os leões que o jogador tinha partido para Lisboa de barco. Na capital, Eusébio era esperado por dirigentes da turma da Luz e alguns jornalistas.
Mesmo assim, os verde e brancos não desistiram e voltaram à carga, duplicando a oferta do Benfica, que acabou por pagar à mãe de Eusébio, Elisa Anissabene, 250 contos pela transferência. Os encarnados esconderam o rapaz de 18 anos numa unidade hoteleira em Lagos, Algarve, e seguraram o reforço.
Menos de uma semana passou e Eusébio regressou à capital. Já o fumo tinha dissipado. Era jogador do Benfica e foi na Luz que viveu os momentos mais marcantes de uma carreira gloriosa. Ora vejamos: 11 campeonatos, cinco Taças de Portugal e uma Taça dos Campeões Europeus, no Benfica. Já na selecção jogou 64 vezes e apontou 41 golos. Levou Portugal ao terceiro lugar no Mundial de 1966, em Inglaterra, onde foi o melhor marcador - nove golos. Foi o maior goleador de sempre das quinas, até que, recentemente, Pedro Pauleta bateu a marca do sete vezes melhor artilheiro em Portugal (Bota de Prata) e duas na Europa (Ouro).
Apesar do vasto palmarés, o King não pegou de estaca quando chegou à Luz. Os tempos eram outros e não bastava ter valor para entrar logo no "onze". Eusébio esperou cinco meses para estrear-se num particular com o Atlético, mas na época seguinte foi titular indiscutível e iniciou o caminho de glória, recordado, agora, numa exposição alusiva aos seus 50 anos de Benfica, que é hoje inaugurada.
Faz hoje meio século aterrava em Lisboa uma tal de Rute Malosso. Pelo
nome, não é possível adivinhar uma mudança drástica em Portugal, quanto
mais no futebol português. Mas era apenas uma alcunha para aquele que,
timidamente, veio a tornar-se no melhor jogador português de todos os
tempos.
O Pantera Negra assinou pelo Benfica, mas esteve a um passo de rumar ao eterno rival Sporting. Eusébio jogava na filial leonina de Lourenço Marques quando um funcionário do Benfica tratou da sua transferência para as águias. Colocou o Eusébio num avião sob um nome falso (Ruth Malosso) e avisou os leões que o jogador tinha partido para Lisboa de barco. Na capital, Eusébio era esperado por dirigentes da turma da Luz e alguns jornalistas.
Mesmo assim, os verde e brancos não desistiram e voltaram à carga, duplicando a oferta do Benfica, que acabou por pagar à mãe de Eusébio, Elisa Anissabene, 250 contos pela transferência. Os encarnados esconderam o rapaz de 18 anos numa unidade hoteleira em Lagos, Algarve, e seguraram o reforço.
Menos de uma semana passou e Eusébio regressou à capital. Já o fumo tinha dissipado. Era jogador do Benfica e foi na Luz que viveu os momentos mais marcantes de uma carreira gloriosa. Ora vejamos: 11 campeonatos, cinco Taças de Portugal e uma Taça dos Campeões Europeus, no Benfica. Já na selecção jogou 64 vezes e apontou 41 golos. Levou Portugal ao terceiro lugar no Mundial de 1966, em Inglaterra, onde foi o melhor marcador - nove golos. Foi o maior goleador de sempre das quinas, até que, recentemente, Pedro Pauleta bateu a marca do sete vezes melhor artilheiro em Portugal (Bota de Prata) e duas na Europa (Ouro).
Apesar do vasto palmarés, o King não pegou de estaca quando chegou à Luz. Os tempos eram outros e não bastava ter valor para entrar logo no "onze". Eusébio esperou cinco meses para estrear-se num particular com o Atlético, mas na época seguinte foi titular indiscutível e iniciou o caminho de glória, recordado, agora, numa exposição alusiva aos seus 50 anos de Benfica, que é hoje inaugurada.
in Jornal de Notícias Online
João Sousa na segunda ronda do Estoril Open
após bater Gastão Elias (5-7, 6-4 e 6-2).
Tal como o ano passado, também na ronda inaugural da edição de 2012 do Estoril Open João Sousa levou a melhor sobre o compatriota Gastão Elias. Em mais um duelo longo (duas horas e 10 minutos), o vimaranense acabou por triunfar em três “sets”, com parciais de 5-7, 6-4 e 6-2. Agora, o usbeque Denis Istomin (45.º jogador mundial e quinto cabeça-de-série no Jamor) é o adversário que se segue.
A
fechar uma longa jornada com tenistas nacionais no “court” Central,
Sousa e Gastão bateram-se até à exaustão e a exemplo da edição anterior
(7-6, 3-6, 5-2 e desistência), foi João a surgir mais forte fisicamente e
a segurar o triunfo.
No primeiro “set”, Gastão – que só chegou a Lisboa na manhã de segunda-feira, oriundo de São Paulo – entrou muito bem e fez logo “break”. Com uma enorme segurança no fundo do campo, o jovem natural das Caldas da Rainha não demorou muito a adiantar-se para 4-1. Tudo parecia fácil... Mas não foi!
Quando já poucos acreditavam que o “set” inicial pudesse escapar a Elias, Sousa reagiu, fez o seu primeiro “break” no jogo 6 e repetiu a façanha no décimo, precisamente quando o compatriota servia para fechar. Após o 5-5, a vantagem parecia ter mudado de lado, mas Gastão ainda teve forças para quebrar mais um jogo de serviço de Sousa e, à segunda tentativa, concluiu mesmo o parcial.
Melhor colocado no “ranking” mundial (140.º), João Sousa teve de elevar o nível do seu jogo no segundo “set” para se manter na corrida. Contudo, Gastão (196.º ATP) não deixou de lutar e resistiu até onde conseguiu. Porém, com naturalidade face à superioridade que entretanto passara a exibir, Sousa fechou o parcial com 6-4.
No terceiro e decisivo “set”, Sousa manteve-se sempre por cima, confirmando estar a atravessar o melhor momento da carreira. Gastão foi até ao limite das forças, mas cedo se percebeu que bastava uma quebra de serviço para, física e psicologicamente, ceder. E foi isso que aconteceu. O 6-2 espelha bem a forma segura como João Sousa dominou os últimos instantes do embate que acabou debaixo de muito frio e vento no Jamor.
Com este triunfo, João Sousa já assegurou a conquista de 20 pontos ATP e um cheque no valor de 6885 euros. Agora, é tempo de recuperar forças e pensar em Denis Istomin...
in Record
Tal como o ano passado, também na ronda inaugural da edição de 2012 do Estoril Open João Sousa levou a melhor sobre o compatriota Gastão Elias. Em mais um duelo longo (duas horas e 10 minutos), o vimaranense acabou por triunfar em três “sets”, com parciais de 5-7, 6-4 e 6-2. Agora, o usbeque Denis Istomin (45.º jogador mundial e quinto cabeça-de-série no Jamor) é o adversário que se segue.
A
fechar uma longa jornada com tenistas nacionais no “court” Central,
Sousa e Gastão bateram-se até à exaustão e a exemplo da edição anterior
(7-6, 3-6, 5-2 e desistência), foi João a surgir mais forte fisicamente e
a segurar o triunfo.No primeiro “set”, Gastão – que só chegou a Lisboa na manhã de segunda-feira, oriundo de São Paulo – entrou muito bem e fez logo “break”. Com uma enorme segurança no fundo do campo, o jovem natural das Caldas da Rainha não demorou muito a adiantar-se para 4-1. Tudo parecia fácil... Mas não foi!
Quando já poucos acreditavam que o “set” inicial pudesse escapar a Elias, Sousa reagiu, fez o seu primeiro “break” no jogo 6 e repetiu a façanha no décimo, precisamente quando o compatriota servia para fechar. Após o 5-5, a vantagem parecia ter mudado de lado, mas Gastão ainda teve forças para quebrar mais um jogo de serviço de Sousa e, à segunda tentativa, concluiu mesmo o parcial.
Melhor colocado no “ranking” mundial (140.º), João Sousa teve de elevar o nível do seu jogo no segundo “set” para se manter na corrida. Contudo, Gastão (196.º ATP) não deixou de lutar e resistiu até onde conseguiu. Porém, com naturalidade face à superioridade que entretanto passara a exibir, Sousa fechou o parcial com 6-4.
No terceiro e decisivo “set”, Sousa manteve-se sempre por cima, confirmando estar a atravessar o melhor momento da carreira. Gastão foi até ao limite das forças, mas cedo se percebeu que bastava uma quebra de serviço para, física e psicologicamente, ceder. E foi isso que aconteceu. O 6-2 espelha bem a forma segura como João Sousa dominou os últimos instantes do embate que acabou debaixo de muito frio e vento no Jamor.
Com este triunfo, João Sousa já assegurou a conquista de 20 pontos ATP e um cheque no valor de 6885 euros. Agora, é tempo de recuperar forças e pensar em Denis Istomin...
in Record
terça-feira, 1 de maio de 2012
PSG propõe 72 milhões por Hulk
O Paris Saint-Germain apresentou uma proposta de 72 milhões de euros ao FC Porto para a contratação de Hulk, de acordo com o site francês "Blogolo".
O relato acrescenta ainda outra novidade ao adiantar que o Chelsea, outro clube que está interessado no avançado brasileiro de 25 anos, fez uma proposta de 63 milhões, um valor bem acima do que foi veiculado na comunicação social britânica - 35 milhões de libras (mais de 42,9 milhões de euros) - e que está disposto a subir a parada.
O interesse do PSG em Hulk não é novo e a proposta inicial dos franceses terá sido de 45 milhões de euros.
A cláusula de rescisão do internacional brasileiro é de 100 milhões de euros.
in Record
«Este é o campeonato da vergonha», diz presidente da Académica
O presidente da Académica, José Eduardo Simões, foi à sala de imprensa do estádio de Alvalade insurgir-se contra o jogo UD-Leiria-Feirense, em que os leirienses alinharam com oito jogadores, facilitando assim a vida ao Feirense, que está em luta com a Académica pela manutenção.«Tudo o que se passou nesse jogo foi uma vergonha. Adulterou a verdade desportiva. Este é o campeonato da vergonha. Vamos disputar as duas jornadas que restam para que esta mentira desportiva seja atenuada. Há falhas regulamentares gravíssimas», afimrou o presidente dos estudantes.
Para José Eduardo Simões, os clubes com problemas salariais deviam ser exemplarmente punidos: «É do domínio público que há problemas salariais. Há que chamar esses clubes e fazer o que se faz em qualquer campeonato: perde de pontos, descida de divisão e exclusão das cpmetições profissionais. Já sugeri isso a Mário Figueiredo (presidente da Liga)».
in A Bola
Sporting vence Académica
Carrillo foi «suplente» de primeira.
A figura: Carrillo
O jovem peruano foi aposta certa de Sá Pinto, que à última hora «perdeu» Izmailov, após queixas no aquecimento. Carrillo, que assinou o segundo golo na Liga, participou nas duas jogadas perigosas do Sporting na primeira parte, uma delas golo. Depois de aos 12 minutos se ter atrapalhado com a assistência de Matías nas «barbas» de Peiser, revelou firmeza aos 30, quando cabeceou picado para o golo inaugural. Muita vontade de mostrar serviço, nem sempre com o discernimento necessário, próprio da idade e da inexperiência. Disso exemplo foi a opção por rematar aos 51 minutos, quando Van Wolfswinkel estava bem posicionado para receber a bola. Mas voltaria a ser fundamental. Aos 77 minutos, acertou na trave, permitindo a Van Wolfswinkel assinar a vitória na recarga. Carrillo foi, por tudo isto, um «suplente» de primeira, que entrou de cabeça e quase saiu de bicicleta.
O momento: autogolo
Mais do que pontuar, a Académica entrou em Alvalade decidida a vencer, apesar de ter várias baixas na equipa, pelo que o golo sofrido aos 30 minutos era um balde de água fria que em muito abalava as convicções dos estudantes. Mas nunca desistiram e o empate comprovou-o: jogada de insistência, primeiro Marinho, depois Nivaldo a cruzar com perigo e Polga a introduzir a bola na própria baliza. Um empate que mobilizou ainda mais a Briosa para a segunda parte. A terminar, Polga podia ter estado ligado a nova igualdade no marcador, caso o árbitro Hugo Miguel tivesse assinalado falta para castigo máximo, após remate de Marinho.
A desilusão: Elias
É o jogador mais fresco do meio-campo, uma vez que não jogou na Liga Europa, que terminou há dias para o Sporting, pelo que tinha todas as condições para participar ativamente no jogo e fazer a diferença. Schaars e Matías também estiveram uns furos abaixo, mas o brasileiro não se pode desculpar com o cansaço. Saiu sem surpresa aos 57 minutos, para a entrada de André Martins.
Outros destaques
Capel
Das lágrimas ao sorriso, Capel continua a ser uma das melhores contratações do Sporting desta época e os adeptos adoram-no. Tem a capacidade de decidir, com cruzamentos rápidos, praticamente meios-golos, tal como aconteceu nesta noite, com Carrillo, a picar a bola após um passe fantástico. O espanhol bem tentou dar outro rumo ao leão, mas num jogo muito aquém dos seus companheiros, tanto Wolfswinkel na frente, como Schaars, Elias e Matías no miolo, não teve a exibição que merecia.
Rui Patrício
Teve mais trabalho que Peiser, sofreu um golo que não preveria, mas foi decisivo em dois lances na primeira parte, ao negar o golo a Nivaldo e a Rui Miguel. Logo aos dez minutos, o esquerdino atirou uma bomba que o guarda-redes defendeu por cima da trave; aos 41 defendeu um remate de Rui Miguel, muito bem posicionado para o empate. Acabou por ser batido por Polga.
Nivaldo
Na ausência do castigado Hélder Cabral, Nivaldo recuou à defesa, mas sempre de olho no ataque. Logo aos dez minutos, um soberbo remate obrigou Rui Patrício a uma grande defesa, em cima do intervalo esteve no cruzamento que obrigou Polga a marcar na própria baliza. Ao longo do jogo melhorou no apoio à defesa, mas esteve melhor no aspeto ofensivo.
Diogo Valente
Não tem jogado com a regularidade que desejaria, mas cumpriu com rigor a sua missão. Foi pelo seu lado que os estudantes mais exploraram o ataque e só não foram bem sucedidos porque faltou quase sempre acerto no último toque.
Adrien
Lutou muito, tal como Diogo Melo. Aliás, muito do que o meio-campo criativo do Sporting não fez também foi fruto do seu trabalho. Fez alguns passes à procura do golo, mas não foram aproveitados.
O jovem peruano foi aposta certa de Sá Pinto, que à última hora «perdeu» Izmailov, após queixas no aquecimento. Carrillo, que assinou o segundo golo na Liga, participou nas duas jogadas perigosas do Sporting na primeira parte, uma delas golo. Depois de aos 12 minutos se ter atrapalhado com a assistência de Matías nas «barbas» de Peiser, revelou firmeza aos 30, quando cabeceou picado para o golo inaugural. Muita vontade de mostrar serviço, nem sempre com o discernimento necessário, próprio da idade e da inexperiência. Disso exemplo foi a opção por rematar aos 51 minutos, quando Van Wolfswinkel estava bem posicionado para receber a bola. Mas voltaria a ser fundamental. Aos 77 minutos, acertou na trave, permitindo a Van Wolfswinkel assinar a vitória na recarga. Carrillo foi, por tudo isto, um «suplente» de primeira, que entrou de cabeça e quase saiu de bicicleta.
O momento: autogolo
Mais do que pontuar, a Académica entrou em Alvalade decidida a vencer, apesar de ter várias baixas na equipa, pelo que o golo sofrido aos 30 minutos era um balde de água fria que em muito abalava as convicções dos estudantes. Mas nunca desistiram e o empate comprovou-o: jogada de insistência, primeiro Marinho, depois Nivaldo a cruzar com perigo e Polga a introduzir a bola na própria baliza. Um empate que mobilizou ainda mais a Briosa para a segunda parte. A terminar, Polga podia ter estado ligado a nova igualdade no marcador, caso o árbitro Hugo Miguel tivesse assinalado falta para castigo máximo, após remate de Marinho.
A desilusão: Elias
É o jogador mais fresco do meio-campo, uma vez que não jogou na Liga Europa, que terminou há dias para o Sporting, pelo que tinha todas as condições para participar ativamente no jogo e fazer a diferença. Schaars e Matías também estiveram uns furos abaixo, mas o brasileiro não se pode desculpar com o cansaço. Saiu sem surpresa aos 57 minutos, para a entrada de André Martins.
Outros destaques
Capel
Das lágrimas ao sorriso, Capel continua a ser uma das melhores contratações do Sporting desta época e os adeptos adoram-no. Tem a capacidade de decidir, com cruzamentos rápidos, praticamente meios-golos, tal como aconteceu nesta noite, com Carrillo, a picar a bola após um passe fantástico. O espanhol bem tentou dar outro rumo ao leão, mas num jogo muito aquém dos seus companheiros, tanto Wolfswinkel na frente, como Schaars, Elias e Matías no miolo, não teve a exibição que merecia.
Rui Patrício
Teve mais trabalho que Peiser, sofreu um golo que não preveria, mas foi decisivo em dois lances na primeira parte, ao negar o golo a Nivaldo e a Rui Miguel. Logo aos dez minutos, o esquerdino atirou uma bomba que o guarda-redes defendeu por cima da trave; aos 41 defendeu um remate de Rui Miguel, muito bem posicionado para o empate. Acabou por ser batido por Polga.
Nivaldo
Na ausência do castigado Hélder Cabral, Nivaldo recuou à defesa, mas sempre de olho no ataque. Logo aos dez minutos, um soberbo remate obrigou Rui Patrício a uma grande defesa, em cima do intervalo esteve no cruzamento que obrigou Polga a marcar na própria baliza. Ao longo do jogo melhorou no apoio à defesa, mas esteve melhor no aspeto ofensivo.
Diogo Valente
Não tem jogado com a regularidade que desejaria, mas cumpriu com rigor a sua missão. Foi pelo seu lado que os estudantes mais exploraram o ataque e só não foram bem sucedidos porque faltou quase sempre acerto no último toque.
Adrien
Lutou muito, tal como Diogo Melo. Aliás, muito do que o meio-campo criativo do Sporting não fez também foi fruto do seu trabalho. Fez alguns passes à procura do golo, mas não foram aproveitados.
in Mais Futebol
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