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sábado, 12 de maio de 2012

Gustavo já tem dador


Carlos Martins revelou, através do Facebook, que foi encontrado um dador de medula “totalmente compatível com Gustavo”, filho do jogador do Granada, que sofre de aplasia medular. Na página "Vamos ajudar o Gustavo" pode ler-se um comunicado onde o internacional português expressa toda a sua alegria e agradecimento pela ajuda que lhe foi prestada.

Leia na íntegra o comunicado do futebolista:

HOJE É UM DIA DE MUITA ALEGRIA.

COM ENORME GRATIDÃO, COMOÇÃO E SATISFAÇÃO ANUNCIAMOS QUE, APÓS UM LONGO E EXASPERANTE PERÍODO DE ESPERA, FOI ENCONTRADO UM DADOR TOTALMENTE COMPATIVEL COM GUSTAVO.

A TODOS OS QUE SE PREOCUPARAM, QUE PERDERAM HORAS DO SEU TEMPO, QUE FIZERAM QUILÓMETROS E SE SUJEITARAM A FILAS DE ESPERA, QUE DISSERAM PRESENTE, QUE PARTILHARAM A NOSSA DOR E ADERIRAM AO MOVIMENTO DE AJUDA AO GUSTAVO, O NOSSO MUITO OBRIGADO.

FOI DADO UM PASSO MUITO IMPORTANTE PARA CURA DO GUSTAVO

PEDIMOS, TAMBÉM, DO FUNDO DO NOSSO CORAÇÃO, PARA QUE ESTA ONDA DE SOLIDARIEDADE SE MANTENHA E QUE MUITAS MAIS VIDAS SEJAM SALVAS.

CONTINUAREMOS A DAR NOTÍCIAS ACTUALIZADAS QUANTO AO ESTADO DE SAÚDE DO GUSTAVO, NA PÁGINAhttps://www.facebook.com/vamosajudarogustavo ewww.vamosajudarogustavo.com

MAIS UMA VEZ, EM MEU NOME E EM NOME DA MINHA FAMÍLIA, O NOSSO MUITO, MUITO OBRIGADO!

VAMOS CONTINUAR A SALVAR VIDAS!

CARLOS MARTINS

in Record

sexta-feira, 11 de maio de 2012

Capa de "O Jogo": Defour

Defour chegou, viu e venceu o... campeonato, mas já pensa na próxima época: para além de querer jogar mais, também sonha juntar pelo menos uma taça ao título de campeão. "É assim no FC Porto", diz.

Qual é a sensação de conquistar o campeonato logo no primeiro ano em Portugal?

Não podia ser melhor. Sinto-me bem, muito feliz e muito orgulhoso por ter conseguido um título importante na minha carreira. Quando cheguei, sabia que o FC Porto era uma grande equipa, mas vim encontrar algo ainda maior. O FC Porto é uma máquina de vitórias, é um clube vencedor por natureza e onde só se pode pensar em ganhar todos os dias e cada vez mais.

Quando chegou, o que mais o surpreendeu no clube?

O nível de profissionalismo. Tudo é pensado ao pormenor. Sabia que estava a chegar a um grande clube, mas nunca pensei que fosse assim tão grande nos pormenores. Tudo está organizado como nas melhores equipas do mundo.

E o que espera do futuro?

Quero ganhar mais títulos, muitos títulos. Quero vencer tudo. Liga dos Campeões? Sim, claro. Tudo é possível. Se o FC Porto já a venceu no passado, e nem foi assim há tantos anos, por que motivo não a pode voltar a ganhar na próxima época? É preciso acreditar.

Qual é o seu principal objetivo a nível pessoal?

Quero jogar mais. Quando cheguei, percebi que precisava de algum tempo para me adaptar, porque estava a reforçar uma equipa que acabava de vencer a Liga Europa e que já estava montada. Percebi que teria que ser paciente e que precisava de tempo para me adaptar à equipa e a equipa a mim. No final, posso dizer que correu tudo bem. Foi um bom ano, especialmente no final da época, que foi quando consegui fazer os meus melhores jogos.

Qual foi o momento mais importante desta época?

O jogo com o Benfica, sem dúvida. E com o Braga também. Esses foram os momentos mais importantes. Antes de jogarmos com o Benfica, toda a gente dizia que eles eram a melhor equipa do campeonato e nós fomos lá ganhar. Depois, antes de defrontarmos o Braga, passou-se a dizer que eram eles a equipa que jogava melhor futebol em Portugal. Estávamos no primeiro lugar, mas mesmo assim ninguém falava do FC Porto. No entanto, também fomos lá vencer, num jogo em que fomos melhores em todos os aspetos.

Como é que os jogadores foram recebendo as críticas dirigidas a Vítor Pereira?

É muito difícil ser treinador depois de um ano em que o clube venceu tudo. O início da época até começou bem, mas depois de perdermos aquele jogo com a Académica para a Taça de Portugal as críticas intensificaram-se. Os adeptos acham que temos de vencer sempre, porque estão habituados a isso, e quando não ganhamos é um desastre. O treinador também teve que se adaptar a isso, mas fez um grande trabalho.

Como disse, os adeptos do FC Porto são exigentes e, por vezes, até fica a sensação de que ganhar o campeonato não é suficiente...

E não é. Aqui não chega. Na próxima época quero voltar a ganhar o campeonato, mas também quero vencer a Taça de Portugal, a Taça da Liga e até na Europa. Quero ganhar tudo. Estamos num grande clube e, apesar de os adeptos terem ficado muito contentes com a vitória no campeonato, sentimos que eles querem sempre mais. Aqui temos que vencer mais alguma coisa, seja uma Taça de Portugal, uma Liga Europa ou até uma Champions. Os adeptos do FC Porto querem ganhar, ganhar e ganhar ainda mais. E isso é bom.

in O Jogo Online

Anúncio impressionante das Paraolimpíadas

O Comité Paraolímpico canadiano divulgou a impressionante campanha, denominada «imparável», onde são visíveis os sucessivos obstáculos que o fundista Alister McQueen teve de superar para continuar a correr após o grave acidente. Veja aqui o anúncio:



in A Bola

quinta-feira, 10 de maio de 2012

E Radamel Falcão não pára

Um ano depois, Falcao voltou a resolver a final da Liga Europa. E com estilo.




Na época passada, deu a vitória ao FC Porto, com o SC Braga, em Dublin. Esta quarta-feira, marcou dois golos no triunfo do Atlético Madrid sobre o Athletic Bilbao em Bucareste, na Roménia.

Falcao marcou um dos melhores golos do ano, com um remate de pé esquerdo, sem hipótese para Iraizoz. Para ver e rever...




in A Bola

Atlético de Madrid vence Liga Europa

 O Atlético Madrid conquistou hoje a Liga Europa  de futebol, ao derrotar na final, disputada em Bucareste, o Athletic Bilbao  por 3-0. 

O colombiano Radamel Falcao, com dois excelentes  golos marcados com o pé esquerdo, foi hoje decisivo na vitória 3-0 do Atlético  Madrid sobre o Athletic Bilbao, na final 100 por cento espanhola da Liga  Europa, em Bucareste. 
O antigo jogador do FC Porto, que na época passada ergueu o troféu pelos  "dragões", voltou a "voar" alto na competição, que termina pelo segundo  ano consecutivo como melhor marcador - agora com um total de 12 tentos. A "escola" do FC Porto esteve em grande, já que o terceiro golo dos  "colchoneros", a cinco minutos do final, foi de outro seu ex-jogador, o  brasileiro Diego. 
Tudo estava já resolvido e a equipa de Madrid controlava o jogo, depois  de chegar cedo à vantagem e depois ao 2-0, com dois remates magistrais de  Falcão, ambos com o pé esquerdo e após se desembaraçar de jogadores adversários.
Primeiro, logo aos sete minutos, foi Amorebieta que se deixou bater  por "el tigre", que, após a finta, finalizou com um espetacular "míssil"  ao poste mais distante. Depois, aos 34, foi Aurtenetxe a não conseguir travar  o goleador da formação de Madrid. 
A cinco minutos do fim, quando já se percebia que a reação do Athletic  Bilbao desde vez não ia dar frutos, foi Diego que se internou pela defesa  adversária, sempre a hesitar no desarme, até ao remate final do brasileiro.
No estádio Nacional de Bucareste, a quinta final totalmente europeia  da UEFA/Liga Europa acaba por cair mais facilmente do que se esperaria para  os homens de Madrid, atendendo ao bom jogo feito nas eliminatórias anteriores  pelos bascos, que na meia-final travaram o Sporting. 
Dois anos depois de vencer na Liga Europa, o Atletico de Madrid triunfa  de novo, e desta vez com uma campanha quase totalmente vitoriosa, com um  empate e uma derrota apenas, no percurso. 
Radamel Falcao é, naturalmente, o homem do jogo, mas também o jogador  em destaque de toda esta Liga Europa, marcando pela segunda vez consecutiva  na final e sagrando-se o goleador máximo. À entrada do relvado de Bucareste,  Falcao já era o rei dos marcadores, mas em igualdade com Huntelaar, do Schalke  04. Com o "bis", fica sem companhia no "trono". 
Após a final do ano passado entre FC Porto e Sporting de Braga, Portugal  ficou desta feita totalmente arredado do espetáculo. Tiago seria escolha  normal para o meio-campo "colchonero", mas teve de ficar de fora, após o  vermelho direto nas meias-finais. 
Sílvio, que jogou a final do ano passado, pelos bracarenses, e Pizzi  não estiveram sequer no banco dos suplentes da equipa treinada pelo argentino  Diego Simeone. 

in Sic Notícias

quarta-feira, 9 de maio de 2012

Euro 2012: Frases estampadas nos autocarros das Selecções

«Aqui batem dez milhões de corações», estampada no autocarro de Portugal

Foram anunciados nesta terça-feira as frases que vão estar nos autocarros das 16 seleções presentes no Europeu de futebol de 2012.

Os «slogans» vão estar na língua original de cada país (e em inglês) durante o torneio, que se realiza na Polónia e na Ucrânia, de 8 de junho a 1 de julho.

A frase escolhida para acompanhar a seleção nacional foi escrita por Fernando Cordeiro e diz: «Aqui batem 10 milhões de corações».

Esta vai ser a mensagem de esperança que os jogadores portugueses vão levar para o campeonato da europa.

Veja em baixo a lista completa das frases de cada um dos países participantes:

Polónia: «Razem niemożliwe staje się możliwe» («Together, impossible becomes possible»)

Grécia: «Γεννημένοι μαχητές!» («Born fighters!»)

Rússia: «Играй с душой! Борись до конца!» («Play with your soul! Fight till the end!»)

República Checa: «Vy fandíte, my vítězíme!» («You support, we win!»)

Holanda: «Elf leeuwen. Miljoenen fans. Samen zijn we sterk!» («Eleven lions. Millions of fans. Together we are strong!»)

Dinamarca: «Vikinger uden frygt!» («Vikings without fear!»)

Alemanha: «Von Spiel zu Spiel zum großen Ziel!» («From game to game to the big aim!»)

Portugal: « Aqui batem 10 milhões de corações» (« Here beat 10 million hearts»)

Espanha: «Un motivo para vivir, una razón para soñar. ¡Viva España!» («A reason to live, a reason to dream. ¡Viva España!»)

Itália: «Riempiamo l'Europa d'azzurro.» («Let's turn Europe blue.»)

República da Irlanda: «Talk with your
feet. Play with your heart.»

Croácia: «Na' ponos je na'a snaga!» («Our pride is our strength!»)

Ucrânia: «Українці - наш час настав!» («Ukrainians, it's our time!»)

Suécia: «Var där. Känn det. Fånga drömmen.» («Be there. Feel it. Catch the dream.»)

França: «Une nouvelle histoire, un nouveau rêve, un même but!» («A new story, a new dream, a shared goal!»)

Inglaterra: «One Prize, Two Countries, Three Lions!»

in Mais Futebol

Parabéns ao Porto, críticas a Jesus e o Olympiakos by Domingos Paciência

Pelos erros de arbitragem, pelo boicote dos árbitros aos jogos do Sporting e pelo caso da União de Leiria.

Domingos Paciência afirmou esta terça-feira, à margem de um seminário da Associação Nacional de Treinadores de Futebol, na Marinha Grande, que a presente temporada do campeonato português de futebol vai ficar marcado na memória das pessoas «pela negativa».

«O campeonato começou com muitos erros. Estou a lembrar-me dos jogos do Benfica e do FC Porto em Guimarães, do Sporting com o Olhanense... Depois houve a questão do boicote [dos árbitros aos jogos do Sporting] e, como se não bastasse, esta situação do Leiria na parte final. É um campeonato que fica na memória pela negativa», referiu o antigo técnico dos leões, citado pela Lusa.

Apesar de tudo, o treinador português defende que o FC Porto foi o «justo campeão» da liga e deixa uma crítica implícita a Jorge Jesus:

«Há que dar os parabéns e enaltecer todo o trabalho feito pela estrutura, aos jogadores e à equipa técnica do FC Porto. Entristece-me ver determinados colegas de profissão não conseguirem responder a algumas perguntas, de forma a classificar o trabalho feito por outro colega, no caso Vítor Pereira, que não deixa de fazer um bom trabalho e de ser campeão.»

Domingos Paciência ainda aproveitou para comentar o caso que tem afetado a União de Leiria, em particular, e o futebol português, em geral.

«Mais dia menos dia podia acontecer. Não podemos fazer do futebol português um futebol de praia, em que os jogadores se encontram ao domingo de manhã e, se há sete, são sete que vão jogar. Isto mexe com o aspeto financeiro dos clubes, com objetivos como o apuramento para a Liga dos Campeões», lamentou o treinador.

O técnico também criticou o possível alargamento do campeonato para 18 clubes, referindo que «da forma como está a situação financeira em vários clubes, pensar em alargamento é juntar mais pobreza», e deixou em aberto um breve regresso ao futebol profissional:

«Quero voltar a trabalhar, se possível num projeto que seja ambicioso e que me permita trabalhar com jogadores e estruturas de qualidade. Olympiacos? Foi uma das equipas que apareceu, houve contactos, mas não há nada de concreto.»

in Mais Futebol