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terça-feira, 29 de maio de 2012

Scolari com revelações sobre Pinto da Costa

Antigo selecionador, numa entrevista à RTP, revelou que presidente do F.C. Porto influenciava as escolhas da seleção.
Luiz Felipe Scolari regressou ao tema que mais o aborreceu durante os seis anos que viveu em Portugal: Vítor Baía. O antigo selecionador voltou a falar da exclusão do então guarda-redes do F.C. Porto, essencialmente para revelar que a ideia de não o convocar lhe foi feita por... Pinto da Costa.

O treinador brasileiro recordou até uma zanga que Baía teve com os dirigentes do F.C. Porto, numa altura em que discutiu com José Mourinho num treino à porta fechada. Aconteceu em Setembro de 2002, cerca de seis meses antes de Scolari chegar. Vítor Baía ficou até de fora do jogo no Bessa.

«Disseram-me que o Vítor Baía não estava mais nos planos do F.C. Porto, não jogaria mais, estava em conflito com o seu treinador e com a direção», garantiu o brasileiro à RTP. «Foi o presidente do F.C. Porto que me disse isto. A partir daí passei a olhar com outros olhos para o Vítor Baía.»

«Depois fiz as mesmas perguntas Às pessoas que trabalhavam na seleção há alguns anos e que tinham estado em todos os jogos anteriores à minha chegada. Ouvi umas histórias sobre o balneário, sobre comando, sobre liderança e tal, e a partir daí decidi que não iria convocá-lo nunca mais.»

Scolari aproveitou para sublinhar que Pinto da Costa influenciava as escolhas da seleção nacional. «A zanga com o F.C. Porto? Não adiantava esclarecer. Era uma briga que eu estava a ter com um dos maiores dirigentes e uma pessoa que influenciava a seleção: o presidente do F.C. Porto», disse.

«Ele tinha influência nas escolhas da seleção. Toda a gente sabe que tinha. Ele pode opinar sobre um ou outro jogador, ele pode numa conversa muito interessante com o presidente da Federação sugerir a ideia de jogar aqui ou jogar lá. Senti muita destas influências e por isso tive esta rixa.»

Curiosamente, atira o atual treinador do Palmeiras, o ambiente ficou muito mais leve desde que ele saiu da seleção nacinal. «Foi uma rixa que acabou a partir do momento em que saí da seleção. A partir daí passei a ter relação com o presidente do F.C. Porto e já conversei com ele muitas vezes.»

in Mais Futebol

segunda-feira, 28 de maio de 2012

Opinião do "Táctica Ofensiva": É este o Portugal que estavamos à espera de ver?

Ainda o Euro não começou e já a nossa selecção é merecedora de assobios. Como sempre os media enchem o povo português de esperança na equipa das quinas mas quando chega a hora da verdade, a desilusão cai sobre o campo. Jogadores profissionais, que jogam e fazem grandes exibições em clubes de alta competição, alguns sendo classificados como dos melhores do mundo, chegam à selecção e não fazem metade do prometido nem metade do que costumam fazer nos clubes. Será pelo dinheiro? Vale assim tão pouco lutar pelo país?
Embora o jogo contra a Macedónia tenha sido amigável, penso que já era mais do que hora de mostrar mais qualquer coisa visto o Euro 2012 estar tão próximo de começar. Se o objectivo de um amigável contra uma selecção mais fraca era levantar o mural da equipa, penso que desta vez teve o efeito contrário. O estádio encheu com um público sedendo de vitória, alegre e energético e acabou com um público descontente com a prestação, que esperava ver uma fantástica exibição e teve de se contentar com um enorme "nada de especial".
Voltou a notar-se uma tremenda falta de finalização e a falta de um ponta de lança eficaz. Além disso, por mais de uma vez, a Macedónia podia ter dado razão À expressão "quem não marca sofre". Se Portugal teve uma exibição assim contra uma equipa do nível da Macedónia, como será um jogo contra uma Alemanha ou uma Holanda? De qualquer forma ainda é cedo para falar mas esperemos que me esteja a induzir em erro e que talvez os seleccionados de Paulo Bento tenham um coelho guardado na cartola. Veremos no que dá o particular contra a Turquia.

Brasil rende-se a Hulk

Imprensa brasileira diz que o avançado foi fulcral na vitória da seleção e fala já nos Jogos Olímpico.

 A imprensa brasileira é unânime em reconhecer que Hulk foi o principal responsável pela vitória do Brasil sobre a Dinamarca. O avançado do F.C Porto marcou dois golos e criou a jogada que culminou com outro golo. O «Globo Esporte>» fala «da força de Hulk», diz que o avançado «brilhou em Hamburgo» e chega a escrever que «o incrível Hulk dominou o primeiro tempo». O site fala ainda dos rumores que colocam Hulk no Chelsea na próxima época

Também o «Lance» frisa o papel do avançado no jogo, dizendo que «deu ainda mais leveza à equipa». Para os jornalistas do Lance, «Hulk sentiu-se com a mesma liberdade que tem com a camisa azul e branca do Porto» ao envergar a camisola da seleção canarinha. «O atacante do Porto não deu tempo para os rivais respirarem», lê-se ainda.

O site aborda então a questão das Olimpíadas, dizendo que, «se Mano Menezes tinha alguma dúvida se levaria Hulk para os Jogos Olímpicos de Londres como um dos jogadores acima de 23 anos, ficou com a pulga atrás da orelha».

A «Gazeta Esportiva» chama a Hulk «substituto de Neymar» [já que a estrela do Santos foi dispensada do jogo com a Dinamarca] e diz que o avançado se mostrou «bastante convincente no primeiro tempo»

 in futebolbrasil.iol.pt 

domingo, 27 de maio de 2012

Fraquinho: Portugal 0 - 0 Macedónia

O fado português de não acelerar quando os jogos são a brincar voltou a ouvir-se, desta vez em Leiria, onde apenas o público disse presente.
Falar de algo positivo deste segundo jogo de preparação de Portugal para o Euro-2012 é falar, essencialmente, do excelente público que quase lotou o Estádio Municipal de Leiria. Plenos de entusiasmo, vibrantes e fervorosos, mesmo em tempo de crise, os adeptos disseram presente. A seleção é que não. 

Depois do nulo em Varsóvia, diante de um dos organizadores da prova, a equipa de Paulo Bento teve pela frente um adversário bem mais macio e mesmo assim nem um golo conseguiu marcar. Por mais que se tenha implorado das bancadas por um rasgo de génio de Ronaldo, um remate certeiro de Hugo Almeida, um míssil de Nani... nada disso aconteceu. 

Recorde o AO MINUTO do jogo

Mal foram distribuídas as fichas de jogo percebeu-se que Paulo Bento iria utilizar o encontro para fazer ainda algumas observações antes de apostar num onze-tipo. As presenças de Beto, Rolando, Rúben Micael e Quaresma, em detrimento, por exemplo, de Rui Patrício, Pepe, Raúl Meireles ou Nani, assim o denunciavam. 

Dessas, vá lá, «caras novas» pouco se viu. Talvez o extremo do Besiktas tenha sido, como é costume, o maior agitador do lote em análise, mas também ele foi acometido, a certa altura, pela letargia generalizada que atingiu os jogadores.

A equipa mostrou-se curta de ideias, falha em imaginação e velocidade para surpreender um adversário, obviamente, de autocarro estacionado em frente à baliza. Seria possível esperar outra coisa do 98º classificado do ranking da FIFA? 

Confira a FICHA do encontro

E como respondeu a isto a seleção? Com uma excessiva dependência de Ronaldo. Aliás, na primeira parte, apenas dois livres do avançado do Real Madrid conseguiram fazer saltar das cadeiras o muito público presente nas bancadas. 

Paulo Bento não mudou quase nada para a segunda parte. Trocou apenas João Moutinho por Raul Meireles e a equipa acelerou um bocadinho. Mas foi a Macedónia a criar o maior perigo, primeiro numa jogada concluída por Pandev, depois num cabeceamento de Demiri, que quase mataram Beto de susto. 

Inventar um «10»

A época de exames prosseguiu com mais umas trocas posicionais, mas a inovação foi ver Nani como «10», atrás de Hugo Almeida. Com a saída de Carlos Martins e a chegada de um jogador «diferente» como Hugo Viana, percebe-se a necessidade de ter mais opções para o lugar além, claro, de Rúben Micael.

A aposta não entusiasmou e foi mesmo Cristiano Ronaldo, com alguma ajuda de Quaresma, que continuou a manter o ataque ligado. Até que, também ele, teve de ser substituído, por Varela, e o jogo praticamente morreu por ali.

Conheça os DESTAQUES da partida

Ainda houve ovação para Nélson Oliveira, decididamente um caso de empatia com o público, mais um ou outro arrepio na espinha, e vários remates sem nexo. A exceção foi mesmo um disparo justamente do jovem benfiquista...

Em suma, pareceu mesmo um jogo de despedida antes das férias. Mas não. Ainda há um Europeu pela frente. E lá chegados, as coisas terão de ser, necessariamente, diferentes para os os representantes lusitanos.

sexta-feira, 25 de maio de 2012

Capa de "O Jogo": Declarações de LFV

Ao ataque, como nunca. Luís Filipe Vieira atirou-se ontem com todas as forças ao FC Porto e a Pinto da Costa, através de um discurso cheio de indiretas, onde não se cansou de repetir as palavras "burros" e "ladrão". Tendo como ponto de partida a homenagem aos campeões nacionais de basquetebol, e sem alguma vez referir o nome do clube nortenho ou do seu presidente, o líder dos encarnados, considerou que "o que se passou no Dragão é uma vergonha para o desporto e para o país". E atirou: "Só não é uma vergonha para quem não tem, nem nunca teve vergonha na cara!" Vieira não abrandou e lançou um ataque voraz e feroz ao congénere. "Um ladrão não deixa de ser ladrão por ir ao Papa! Um ladrão não deixa de ser ladrão por declamar poesia", disparou, numa referência implícita à paixão de Pinto da Costa em declamar poesia, nomeadamente de José Régio, e ainda ao facto de o líder portista ter sido recebido já por duas vezes no Vaticano, primeiro em 2003 pelo Papa João Paulo II, e já em 2011 por Bento XVI.
"A vossa vitória não foi apenas uma vitória desportiva, foi uma vitória da verdade, da coragem, foi uma vitória de quem soube sofrer as consequências de ir ganhar a uma casa que não tem dignidade nas derrotas", frisou, sublinhando: "O que alguns fizeram ontem [anteontem] e na véspera do jogo foi demasiado grave para ficar impune." "E ainda têm a lata de falar de apagões? Quando a sua história foi marcada por fruta, corrupção e compadrios?", referiu, reforçando: "Têm a lata de falar de verdade desportiva quando o seu sucesso foi construído com base na maior mentira do desporto português?"
Vieira fez da vitória do basquetebol no Dragão Caixa "uma demonstração clara de tudo quanto o clube tem vindo a denunciar" e lembrou que "o sistema ainda não acabou". "Continua construído na intimidação, violência e favores", defendeu, reconhecendo que se "as razões do Benfica podem não chegar à UEFA, como não chegaram as 'escutas da fruta', como não chegaram para a justiça portuguesa as 'escutas do café com leite'!", isso não será suficiente para o fazer desistir. E prometeu: "Não vamos parar enquanto não limparmos o desporto português".
"Burros não são os que acreditam na mudança. Burros são os que acreditam que isto nunca vai mudar. Burros são os que acreditam que a impunidade vai durar para sempre", disparou, sem parar. "Será que alguns dirigentes só gostam da atuação da polícia quando esta os avisa que têm de fugir para não serem presos?", soltou, respondendo às queixas portistas em relação à intervenção policial após a partida de basquetebol, considerando que "um fugitivo da justiça não o deixa de ser apenas porque alguns juízes decidiram assobiar para o lado". "Alguns muros já caíram, mas não vou descansar enquanto houver quem tenha medo e se sinta condicionado por ameaças e represálias", prometeu, garantindo que não vai "descansar enquanto algumas federações continuarem a ter medo de agir com liberdade". E realçando que vai "continuar a denunciar e a combater o sistema o tempo necessário", deixou um aviso em relação a uma modalidade em que o Benfica aspira também a roubar o título ao FC Porto: "Só espero que não venha agora atacar no hóquei em patins, porque vamos estar muito atentos!"

Transplante de Gustavo efectuado com sucesso

Gustavo, filho de Carlos Martins, foi hoje submetido a transplante de medula óssea no Instituto Português de Oncologia.

Segundo fonte hospitalar tudo correu conforme previsto, com o estado do pequeno Gustavo a ser considerado estável.


  in A Bola

quinta-feira, 24 de maio de 2012

Benfica campeão nacional de Basquetebol: declarações do treinador Carlos Lisboa

O treinador Carlos Lisboa considerou, em declarações à Benfica TV, que o Benfica foi a melhor equipa do playoff da LPB, após a conquista do 23.º título de campeão nacional, na sequência de uma vitória por 56-53 frente ao FC Porto.

"Fomos a melhor equipa do playoff, defendemos bem. Destaco os nossos grandes jogadores que defendem a camisola com mística, com querer e com garra. Foi uma vitória 'à Benfica'", disse o técnico, assegurando que o campeonato foi obtido com "inteiro mérito".

Carlos Lisboa, que não compareceu na conferência de imprensa posterior ao jogo, fez ainda questão de dedicar o título ao capitão, Sérgio Ramos, bem como ao presidente do Benfica, Luís Filipe Vieira: "A vitória é dele também, porque deu-nos todas as condições."

in Record