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quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Barcelona domina Benfica (0-2)

A gente conhece a história, sabe como ela vai muito provavelmente acabar. Já muitos tentaram mudar-lhe o enredo, muito poucos o conseguiram. O Benfica nem procurou escrever um guião próprio. Seguiu o do Barcelona, à espreita de uma deixa para poder brilhar. Não conseguiu, o Barça foi a estrela, como sempre. 2-0 é o saldo do jogo que levou à Luz a melhor equipa do mundo, para a segunda jornada da fase de grupos da Liga dos Campeões.

Desta vez o Barça nem deu de avanço, não se deixou sequer surpreender por um primeiro golo do adversário, como aconteceu com o Spartak ou no sábado, com o Sevilha. O Benfica começou por entusiasmar o público da Luz com avanços rápidos, Bruno César já tinha rematado duas vezes, em duas jogadas de contra-ataque, mas Messi atalhou a história. Aos 6 minutos, colocou a bola direitinha à frente de Alexis Sanchéz, que apareceu na área para encostar.

O Benfica nem tentou entrar no campeonato do Barça. Podia tentar maior pressão sobre a bola e sobre quem a tinha, podia ser mais agressivo? Conseguiria? Nem um bocadinho? Ficamos sem saber. Portanto, a bola era deles, o Benfica contentou-se em tentar aproveitar o tempo em que conseguisse apanhá-la. Numa interceção, num corte, numa perda de bola. Quando o conseguia, tentava uma subida em velocidade, uma troca de bola rápida, o remate sem tempo a perder. Tentou várias vezes, logo aos 11m Gaitán lançou Lima, que rematou para uma boa defesa de Valdés.

Depois, invariavelmente, começava tudo outra vez. O Barcelona com a bola, o Benfica à espera. Podia não parecer assim tanto, mas os números aí estão para calar as ilusões. À meia hora, 71 por cento de posse de bola para o Barcelona, contra 29 do Benfica. Que tinha conseguido fazer 73 passes, quando o Barça já ia para lá dos 260. E continuava a somar. Tiki, taka, tiki, taka.

De vez em quando, não muitas vezes, o Barcelona também se cansa daquilo e avança para a área. Rápido, felino. Como aos 22m, quando Alexis encontrou Messi ao centro e o 10 obrigou Artur a uma grande defesa.

Os números, outra vez. A primeira parte terminou com 6 remates à baliza para o Benfica, 3 para o Barça. Chegou para entusiasmar a Luz, que criou um grande ambiente à volta da equipa, contagiada por aquela vontade do Benfica em fazer qualquer coisa de útil com o contra-ataque.

Para a segunda parte Jorge Jesus fez entrar Carlos Martins e tirou Bruno César. E o Barcelona esteve perto de entrar a somar outra vez. De novo Messi a desembrulhar a coisa e Alexis Sanchez a aparecer, sobre a esquerda, e a fazer a bola passar perto do poste da baliza de Artur.

E depois, marcou mesmo outra vez o Barça. 56 minutos, Messi, sempre ele. Lançou Fabregas e o número 4, sobre a esquerda, escolheu para onde rematar e bateu Artur.

O Benfica ainda tentou responder. Logo a seguir, um remate forte de longe de Salvio obrigou Valdés a esticar-se. Do banco, Jesus tentou mais qualquer coisa. Entrou Aimar, saiu Enzo Perez. O 10 do Benfica, o veterano de hoje que em tempos foi o ídolo de criança de Messi, não conseguiu muito mais. É tão grande a distância hoje, é tão grande a distância entre equipas.

Aos 72m, para completar o elenco, entrou quem faltava no Barça. Iniesta, a voltar de lesão, 20 minutos para rodar antes do clássico de domingo com o Real Madrid. O Barça geria. E podia ter marcado mais. Aos 74m Messi esteve perto do golo outra vez, de cabeça.

O grande contratempo da noite para o Barça aconteceu três minutos depois. Puyol caiu agarrado ao braço. O capitão, que tinha acabado de recuperar de lesão, saiu de maca, sob aplausos na Luz e rostos de consternação dos companheiros.

Antes do fim a coisa ainda ganhou alguma agressividade. Mais faltas e uma expulsão, de Busquets. E pronto, caiu o pano na Luz. Aimar e Messi sairam abraçados a trocar camisolas, a Luz aplaudiu a equipa. A noite valeu a pena.

in Mais Futebol

Vítor Pereira realça que PSG não é apenas Ibrahimovic

Treinador dos dragões não reduz o PSG ao avançado sueco e garante que, mesmo sem Hulk, o FC Porto tem argumentos mais do que suficientes para ganhar.



Para Vítor Pereira o encontro com o PSG não tem como referência o jogo de Vila do Conde. O treinador do FC Porto só penso, isso sim, no jogo que os dragões realizaram para a Champions, em Zagreb. "A referência do último jogo nesta competição é muito positiva. Fomos uma equipa de qualidade, organizada, concentrada, que evidenciou maturidade tática. Essa é a minha referência. É a esse jogo que vou buscar aquilo que é a identidade da equipa. Ganhámos muito bem, com mérito", afirmou.

Por isso, Vítor Pereira quer ver a mesma qualidade para travar a equipa francesa. Sim, a equipa francesa e não apenas Ibrahimovic, a grande referência do ataque. "Como vamos lidar? Como equipa, fiel à sua identidade, acreditando nas suas ideias, no jogo de posse. Vamos tentar colocar problemas ao adversário com o nosso padrão de movimentos natural. Controlar a equipa no seu todo e não um jogador individualmente", comentou.

Não há Hulk para enfrentar a equipa milionária de França, mas também não há problema. "Vamos defrontar um adversário de qualidade. Não restam dúvidas. Qualidade individual e coletiva. Mas o PSG também vai defrontar um adversário de qualidade. Espero que o entusiasmo dos nossos adeptos ajude também. Julgo que temos argumentos para discutir o jogo e ganhar. Há algum tempo atrás disse que, independentemente de Hulk ser um jogador de muita qualidade, o FC Porto continuaria a ganhar títulos e a ter uma identidade muito própria. Construímos uma ideia de jogo que não é sustentada naquilo que Hulk veio trazer ao FC Porto. Somos uma equipa que sabe o que quer amanhã: somar mais três pontos", atirou Vítor Pereira.

in O Jogo Online

terça-feira, 2 de outubro de 2012

Barcelona e Zenit com João Moutinho na mira

O Zenit é uma forte possibilidade para João Moutinho que, porém, continuará a dar prioridade ao Barcelona, conforme explicou Pini Zahavi, empresário do internacional português, em declarações ao jornal russo Izvestia.

«Não vamos negar que o Zenit assumiu ativamente o interesse em João Moutinho. Vamos analisar a proposta em janeiro. O Zenit é uma equipa forte e pode ser o próximo passo na carreira do jogador», afirmou o empresário de Moutinho, reconhecendo que apenas um clube pode condicionar as escolhas do médio do FC Porto:

«É preciso, porém, ter em conta o interesse de João Moutinho. Ele adoraria jogar no Barcelona e essa opção continuará a ser uma prioridade. Na minha opinião, o estilo de jogo de Moutinho encaixaria na perfeição no Barcelona. Além disso, há muito que é admirador da equipa catalã.»

João Moutinho esteve perto de rumar ao Tottenham este verão, no entanto, entraves de última hora acabaram por condicionar a transferência do médio de 26 anos para o clube londrino.


in A Bola

Jorge Jesus assume respeitar o Barça, mas sem receios. Benfica - Barcelona hoje às 19:45

O treinador do Benfica reconhece que um empate frente ao Barcelona, na segunda jornada do Grupo G da Liga dos Campeões, seria positivo para a equipa.
«Claro que pontuar na Champions é sempre bom. Tivemos essa experiência no ano passado ao empatar em casa com o favorito no grupo, o Manchester United, e esse resultado ajudou-nos na qualificação para os oitavos de final. Qualquer ponto é importante e aumenta as possibilidades de seguir em frente. Um ponto frente ao favorito é sempre positivo», disse Jorge Jesus em conferência de Imprensa, sustentando que a preparação para este duelo com o gigante catalão não foge ao habitual:

«É uma preparação igual à que estamos inseridos. Estamos na Champions onde estão os melhores. O Barcelona é uma equipa de outra dimensão e com muitos argumentos, coletivos e individuais. É uma equipa que vem de sete vitórias consecutivas e vai ser um jogo difícil. Temos respeito pelo Barcelona, mas não temos medo.»

«O treinador que disser que vai dividir o jogo com o Barcelona, está a mentir. O Barcelona tem sempre 60, 70 por cento de posse de posse de bola e a equipa que não tem a bola, defende. É também a melhor equipa do Mundo em ataque posicional – não o é em todos os momentos do jogo – por isso, é natural que vamos ter de correr muito atrás da bola», analisou.

O Benfica recebe amanhã, terça-feira (19.45 horas), o Barcelona, no Estádio da Luz, encontro da segunda jornada do Grupo G da Liga dos Campeões. 


in A Bola

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Silvestre Varela vai ser titular contra o PSG


Silvestre Varela a ganhar força para voltar à equipa principal frente ao PSG depois de ter jogado apenas 25 minutos em Vila do Conde no lugar de Atsu.
A substituição do internacional português pelo ganês na segunda parte do jogo ficou enquadrada na gestão de recursos que Vítor Pereira tentou colocar em prática, ainda que os resultados não tivessem sido felizes. Varela já jogara em Zagreb e recupera agora o seu lugar na equipa, enquanto Astu ainda não realizou qualquer jogo completo pelo FC Porto e em Vila do Conde foi substituído pela quinta vez esta temporada.

 in A Bola

Sá Pinto continua sem ser discutido na Assembleia Geral


Era espetável que no período aberto a questões fora da ordem de trabalhos da Assembleia Geral do Sporting se falasse de futebol, sobretudo de Sá Pinto.

Mas o certo é que o tema passou ao lado da reunião magna - apenas o antigo médico do clube, Manuel Pinto Coelho, lembrou os tempos de Malcolm Allison, recordando o apoio que esse treinador teve e o que merece agora o atual. O que acaba por servir também para Sá Pinto poder respirar um pouco melhor.

Silêncio sobre o atual momento não apenas do treinador mas também da equipa de futebol manteve a estrutura sportinguista. Numa altura em que volta a questionar-se Sá Pinto, não surgiu ainda qualquer elemento da SAD ou da Direção a abordar o tema, como, de resto, se exemplifica pelo silêncio de ontem do presidente Godinho Lopes - tanto na inauguração da nova sala de sócios, como durante a assembleia geral.

Seja como for, parece certo que os próximos jogos do Sporting serão fundamentais para o futuro de Ricardo Sá Pinto, figura muito acarinhada no universo sportinguista, carismática mesmo, mas que, naturalmente, está dependente da chamada ditadura dos resultados...


in A Bola

Lima contra a tradição

Última vitória frente a espanhóis foi em 1982.

É a Lima que vai ser entregue o ataque das águias no embate de amanhã, frente ao Barcelona. E diz a história que não podia estar em melhores pés. Não que o atacante brasileiro esteja habituado a faturar aos blaugrana, mas sabe como descobrir o caminho da baliza de equipas espanholas: a última vez que defrontou equipas do país vizinho, em 2010/11, o atacante assinou um hat-trick. Uma arma para contrariar a tradição.

O emblema da Luz tem sido infeliz, no passado recente, quando defronta espanhóis nas competições europeias. O último triunfo das águias foi alcançado a 29 de setembro de 1982, quando bateu o Betis, em Sevilha.

in Record