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sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Europa: Sporting volta a perder, em jogo observado por Vercauteren

Leão entra a vencer, mas erros habituais deitam tudo a perder e é preciso um resgate europeu.
Um pouco melhor a atacar, igual a defender e o Sporting a ver a Europa a passar, pelo canto de um olho. Os leões perderam na Bélgica com o Genk e estão a cinco pontos de um lugar que lhes permita continuar nas competições da UEFA. Difícil, muito difícil.

Liga Europa: Classificação do Grupo GOs erros da defesa tiraram o tapete a esta equipa, a penúltima de Oceano. Franky Vercauteren já esteve na comitiva e certamente terá muitos apontamentos. Nem todos positivos, longe disso.O golo de Schaars lançou o Sporting para uma vantagem inicial que tranquilizava o leão. A presença do novo técnico, ainda que nas bancadas, parecia ter mudado a fortuna de uma equipa que demora a encontrar-se por mais que mude de psiquiatra. Remate do médio holandês, desvio num belga e bola no fundo das redes. Oceano respirava fundo. Imagina-se que Godinho Lopes também. Vercauteren via esperança em continuar na prova.

Assim foi o jogo
O Sporting mostrou depois que está numa fase de crescimento. Trocou bem a bola, serenou, com Adrien e Schaars muito bem no controlo do jogo. Só que o processo de aprendizagem deste leão parece ser feito a bater com a cabeça na parede. E isso dói. Rojo perdeu a bola onde não podia e permitiu uma transição rápida. Insúa e Boulahrouz retificaram, mas, no canto consequente, o central argentino deixou Nadson saltar e assistir De Ceulaer para o empate. É certo que o Genk já tinha avisado, mas estamos na Liga Europa. E nas ocasiões anteriores houve mais mérito belga do que o contrário. Na frente, repita-se, movimentos interessantes, com Pranjic a servir Jeffrén: a mancha de Van Hout salvou o 1-2.O intervalo chegava e havia a sensação de que os leões perderam uma vantagem preciosa, frente a uma equipa que ameaçava a espaços.

A bola para o satélite
O segundo tempo foi prova disso mesmo. O leão foi em busca do triunfo, mas a grande oportunidade a abrir foi para o lado belga: Ngongca atirou por cima, num lance que em Portugal ninguém viu. Talvez tenha sido a bola chutada pelo sul-africano na área leonina que atingiu o satélite da transmissão televisiva.O Sporting serenou, no entanto. Voltava a estar por cima e, mais do que isso, mostrava ter mais vontade em chegar ao golo, até porque a classificação assim o ditava. Fê-lo pé ante pé, com cautelas. Não foi um assomo total à baliza de Van Hout, mas parecia que podia chegar ao 2-1 mais cedo ou mais tarde.Só que o leão não se solta do erro. Viola decidiu mal numa vantagem numérica no ataque, o Genk recuperou a bola e Monrose fugiu a Boulahrouz. O holandês agarrou o adversário e viu o segundo cartão amarelo. Decisão certa e pesadíssima para o Sporting, que iria ficar sem chão quando Barda apontou, em novo canto e sem marcação, o 2-1 final.Em suma, o leão deu um sinal de esperança nos intervalos dos golos. Mas levou ao desespero novamente nos lances em que os sofreu. Está a cinco pontos do segundo lugar do grupo. É essa dureza dos números que separa o Sporting para o Videoton, da Hungria. A bola passa para Vercauteren, mas este leão precisa de ajuda externa para se manter na Europa do futebol. Alguém o resgata?

in Mais Futebol

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Vítor Pereira: "Nove pontos em três jogos não é para qualquer equipa"

Vítor Pereira mostrou-se orgulhoso com a exibição do FC Porto diante do Dínamo Kiev, enaltecendo a «entreajuda e entrega» evidenciadas pelos seus jogadores durante os 90 minutos.

«Primeira parte de qualidade e de nível. Não é fácil voltar à competição num jogo destes após duas semanas de paragem. Os jogadores estiveram muito tempo parados, sem competir e, naturalmente, não conseguimos ser tão fortes na segunda parte. A paragem é prejudicial, não era o jogo com o Santa Eulália que nos daria ritmo para um jogo destes», argumentou o treinador dos azuis-e-brancos, em declarações à Sport TV, notando que «os que vão às seleções e jogam mantêm o ritmo competitivo, os que vão e não jogam e os que ficam, não».

Vítor Pereira não disfarça o orgulho com o percurso cem por cento vitorioso do dragão na fase de grupos da Liga milionária.

«Nove pontos em três jogos na Champions não é para qualquer equipa, era o nosso grande objetivo e foi conseguido, a espaços, com qualidade e, noutros momentos, com sacrifício e espírito de entreajuda. Soubemos reagir mesmo depois do 2-2. Estou muito satisfeito com a entrega da equipa. Há que continuar e fazer o nosso percurso», apontou.

O Dínamo Kiev, salientou, «provou ser uma equipa de Champions e com qualidade». «Deu muito trabalho conquistar os três pontos», frisou Vítor Pereira.

in A Bola

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Champions: FC Porto vence Dínamo de Kiev, com muito sofrimento à mistura

Cha-cha-cha num Porto de reação. Jackson bisou na terceira vitória consecutiva dos dragões na Champions.
Um F.C. Porto de reação para o pleno vitorioso na fase de grupos da Champions (3-2). Nove pontos, tudo encaminhado. O Dragão tremeu com os primeiros golos sofridos da época mas descansou nos virtuosos pés de Jackson Martínez. Esta noite, o remédio para os problemas de ansiedade ganhou uma alcunha: cha-cha-cha. 

Cha-cha-cha. Remata de bicicleta à trave, mesmo com o jogo interrompido. Aguenta a carga e descobre o buraco da agulha, por baixo do corpo de Shovkovskiy. Marca. Vai ao balneário, reaparece, domina e remate estiloso, sobranceiro, ligeiramente ao lado. 

Cha-cha-cha. Oito golos, oito em dez, o registo inolvidável de outro colombiano que não Falcao, nada a ver, tudo em Jackson Martínez é outra coisa qualquer. Não dobra as costas, jamais, esquece a fita para o cabelo, usa as pernas longas que deus lhe deu e cria.

Cha-cha-cha. Inventa espaços, cai nos flancos, voluntaria-se sem se dar pela presença. Toca, foge, aparece. E marca. Marca quase sempre. São oito em dez jogos, um a valer a Supertaça, outros cinco na Liga, agora a estreia na Champions. A dobrar.

Foi dia de Jackson Martínez. Uma vez mais. Recebe um elogio público de Arsène Wenger, lê sobre a política de contratações do F.C. Porto, sobre a qualidade de Martínez e Rodriguez, o James. Partilha a história e combina algo: um golo colombiano na noite do Dragão. Mas não fica por ali. Faz mais. 

Há Martínez para cada problema

Minuto 36, Dínamo a adomercer o adversário. O coletivo procura soluções, não as encontra. James Rodriguez, o extremo que joga bem no centro, fala a língua do compatriota, faz um passe a saltitar porque sim, porque tem de ser. E serve. Agora Cha-cha-cha. Ele aguenta o embate, mantém a noção do espaço e resolver um problema. Aparece outro? Resolve de novo (78m), agora a passe de Lucho, conclusão, fácil, a valer. É craque.

O F.C. Porto entrara com pressão altíssima, discrepância gritante em relação à segunda linha de Vizela, frente ao Santa Eulália. Mandão, apressado, envolvente. Faltavam uns milhares de adeptos, é certo, que o fim do mês está à porta e a carteira já passa fome.

Silvestre Varela inaugura a contagem perante trinta mil espectadores, um quarto-de-hora volvido. Quinze minutos apenas e uma promessa de noite tranquila. Lucho tabela com Jackson e serve o português. Varela enche o pé, bola ao ângulo, golo. 

O Dínamo de Kiev, três pontos à partida para esta jornada, parecia acomodado. Aceitara o seu fado. Miguel Veloso transmitia as maiores sensações de perigo, em lances de bola parada, mas soava a pouco. Bastou.

Gerir para sofrer

Ao minuto 21, no meio de nada e de tudo ao mesmo tempo, Gusev fez o empate. Canto de Veloso, Mangala batido nas costas, Helton a ver, liberdade total para o golo de cabeça na pequena área. Desacerto total.

Surge então Jackson Martínez e o Dragão volta a respirar fundo. Controla, sem forçar. Gere, gere apenas, deixa perdurar aquela sensação de inquietude, o 2-1 basta-lhe, não se percebe. 

O F.C. Porto adormecera, não restavam dúvidas. Dividia-se entre o conforto do ataque, refrescado com a entrada de Atsu, e tremores defensivos a anunciar o pior. Helton salvou uma, Ideye marcou à segunda. 

Ideye permitiu a defesa do guardião portista ao minuto 72, quando Maicon e Otamendi saltaram à mesma bola, de cabeça, para entregar a mesma ao adversário. Logo depois, mais do mesmo, passe pelo ar e a defesa portista a ver jogar. Desta vez, o nigeriano não perdoou. Castigo para a casa.

Vítor Pereira reage, não reúne concenso mas tira Mourinho para lançar Defour. Deixa Lucho em campo. Acerta. Seis minutos após o tento ucraniano, a resposta. Bom passe de Danilo, Lucho González a correr como um jovem pela direita, passe com regra e esquadro, segunda assistência do jogo, Jackson a bisar (3-2).

O F.C. Porto reagiu de novo. Como mais gosta. Saiu por cima. Com cha-cha-cha.

in Mais Futebol

Vercauteren: novo treinador do Sporting

Antigo técnico de Anderlecht e Genk assina até ao fim da época (com um ano de opção) e tem estreia prevista frente à Académica. Amanhã assistirá ao jogo dos leões na Liga Europa ao lado do presidente Godinho Lopes.

À segunda tentativa de contacto de O JOGO, Franky Vercauteren, o treinador belga (55 anos) atado pelo Sporting até ao final da presente temporada (com mais uma de opção), pegou no telefone e atendeu. O técnico já estava em Lisboa para assinar contrato, apurou O JOGO, mas foi comedido nas palavras e fez um esforço para fintar revelações e promessas face ao desafio que o aguarda em Alvalade. 

Amanhã, quinta-feira, viajará com o presidente Godinho Lopes para Genk, na Bélgica, onde assistirá ao encontro dos leões na Liga Europa. "Sporting? Esperem para ver. Neste momento não estou em condições de dizer nada nem de confirmar nada. Vamos ver. Peço compreensão. Entendam a minha posição nesta altura, não estou confortável para falar à Imprensa portuguesa. Esperem pelo momento certo", reagiu a antiga glória do Anderlecht, equipa pela qual, já como técnico, celebrou a conquista de dois títulos belgas (2005/06 e 2006/07). Mais tarde, ao serviço do Genk (2010/11), venceria ainda um campeonato e uma Supertaça. A última equipa que treinou foi o Al Jazira, do Catar.

A empreitada que espera Franky Vercauteren em Alvalade é de respeito, e o belga não vai perder tempo: depois do jogo em Genk, regressa a Lisboa com a equipa que amanhã ainda será comandada por Oceano Cruz, seu futuro adjunto. A estreia ao leme dos leões deverá acontecer frente à Académica, em Alvalade, na próxima segunda-feira, dia 29 de outubro.

in O Jogo Online

Champions: Braga sai derrotado frente ao United, num jogo em que quase conseguiu o impossível

Minhotos sonharam durante 20 minutos, mas os ingleses estão demasiado habituados a esta situações.
Vinte minutos de silêncio total para deixar o Sp. Braga sonhar e 45 minutos de um inferno quente, quente, e alucinante no ritmo. Os minhotos caíram em Old Trafford depois de estarem a vencer por 2-0, mas encontraram um Manchester United demasiado forte para que o sonho perdurasse até ao apito final. Ficou, porém, a imagem de um clube que cresce a olhos vistos e que assustou o gigante britânico.

A entrada em Old Trafford foi tremenda. Alan surgiu do nada com a braçadeira na manga para fazer o 1-0, após cruzamento de Viana. O golo português, dizem os números, até era previsível. Pela oitava vez em 12 jogos na temporada, o United entrava a perder. Em seis dessas ocasiões, sofreu o 1-0 nos primeiros 16 minutos. Com o Sp. Braga não foi diferente, por isso, o melhor era esperar a reação inglesa.

Recorde o jogo AO MINUTO

O problema é que quem mandava no jogo não eram os Diabos Vermelhos de Manchester, mas sim os Guerreiros do Minho. Organização de um exército romano e uma lança apontada ao coração dos ingleses: Éder. O internacional português puxou da criatividade e, junto à linha, fez o que poucos jogadores ousaram em Old Trafford: um nó incrível em Carrick, com lampejos de Redondo naquele recinto, uma arrancada fulgurante para a área e a assistência a servir Alan para o 2-0. O segundo golo era, de novo, do capitão, que fez o favor de não falhar para que aquela jogada ficasse na memória.

Só que em Old Trafford vive uma equipa com décadas e décadas de futebol europeu, troféus, «glamour» e, acima de tudo, fé. O United é uma equipa demasiado habituada a situações adversas para desesperar com um 2-0 negativo. E quando Chihcarito Hernández reduziu aos 25 minutos, apenas cinco depois do bis de Alan, o Teatro dos Sonhos tornou-se num inferno. Começou por aquecer até ao intervalo, para na segunda parte ser escaldante.

O respeito do sir por um grande

Nani veio para o jogo. Ferguson queria explorar o flanco esquerdo do Sp. Braga. Mas mais do que a alteração, foi a intensidade típica de Premier League que deixou os minhotos em apuros. O ManUtd jogava num ritmo altíssimo, pressionava, rondava a área e encostava o Sp. Braga atrás. O golo parecia iminente, mas surgiu de onde menos se previa.

Num canto, confusão na área e o central Jonny Evans a empurrar a bola para o fundo da baliza de Beto. Nani tentou o 3-2 logo a seguir, com o compatriota da baliza minhota a responder com uma grande defesa. Só que Beto não pôde fazer nada quando Cleverley cruzou da direita e Chicharito Hernández saltou para o 3-2, atras de Nuno André Coelho e à frente de Salino. O United acordara o Sp. Braga para a realidade.

Alex Ferguson percebeu o adversário que tinha pela frente, tirou o mexicano dos golos e lançou Ryan Giggs. Depois do sofrimento, o treinador escocês não quis deixar escapar três pontos, perante um adversário que soube respeitar: por isso recuou linhas e os minhotos deram um assomo final à baliza de De Gea. Viana ainda rematou perto do ângulo, mas o triunfo já era inglês.

O Sp. Braga saiu derrotado de Old Trafford e no terceiro lugar do grupo, mas com a certeza de que este foi mais um passo no crescimento do clube. O respeito e as opções de Ferguson foram apenas as provas finais. Nesta noite, Old Trafford teve a visita de um grande.

in Mais Futebol

Champions: Benfica desilude frente ao Spartak em Moscovo

Sem alma e sem fulgor no sintético de Luzhniki.
Vida difícil para o Benfica depois da derrota diante do Spartak em Moscovo (1-2), resultado que remete a equipa de Jesus para o último lugar do Grupo G, com apenas um ponto, quando já jogou metade dos jogos. Uma situação que a equipa da Luz poderá começar a reverter, já na próxima semana, quando receber os russos em Lisboa.

A primeira parte foi um verdadeiro pesadelo para a equipa de Jorge Jesus que nunca conseguiu pegar no jogo, diante de um Spartak que, ainda sem pontos, dava tudo pela vida. O Benfica subia em bloco e tentava chegar à frente com passes longos, mas depois falhava nas transições defensivas. Enzo Pérez fechava sobre a direita, para compensar as subidas de Maxi, e Bruno César descaía para a esquerda, mas depois sobravam muitos espaços na zona central, demasiados para Matic conseguir controlar. Foi um mau passe do sérvio que permitiu ao Spartak abrir o marcador, logo aos três minutos, com Jurado a destacar-se e a oferecer o golo a Rafael Carioca.

Confira a FICHA DO JOGO

O Benfica não aprendeu e insistiu na mesma receita, com passes longos, mas sem nunca conseguir-se impor no último terço do terreno. Um mau passe de Jardel quase proporcionou o segundo golo ao Spartak e dava a ideia do desnorte na defesa do Benfica, que pagava a ausência de pressão do seu meio-campo. O ataque do Benfica mostrou-se, pela primeira vez, aos quinze minutos, com Salvio a encontrar Rodrigo na zona central e o espanhol a atirar uma «bomba» a rasar a trave. Mas era o Spartak que continuava a mandar no jogo, explorando bem as laterais, como foi o caso de Ananidze que bateu Melgarejo e cruzou para o coração da área onde surgiu Ari a desviar para a trave.

Na primeira vez que Salvio teve espaço sobre a direita, o Benfica empatou aos 32 minutos. Cruzamento bem medido do argentino para Lima surgir de rompante nas costas de Rafael Carioca e desviar de cabeça para as redes de Rebrov. O primeiro golo na Champions podia ser um sinal de viragem, mas não. O Spartak voltou a crescer e a criar sucessivos calafrios na área de Artur. De tanto insistir e perante tantos erros do Benfica, o Spartak acabou por recuperar a vantagem antes do intervalo, com Makeev a fugir a Bruno César na direita (onde estava Melgarejo?) e a cruzar tenso. Jardel na tentativa de se antecipar e Arim, desviou para as próprias redes.

Era preciso mudar e o Benfica mudou quando entrou na segunda parte, com um jogo mais pausado, com mais paciência para chegar à frente, mas a primeira oportunidade voltou a pertencer aos russos, num desvio de calcanhar de Ari que quase enganou Artur. Mas agora o Benfica tinha mais bola, subia de forma mais controlada, com Enzo Pérez a aparecer mais no jogo. Jesus procurou alimentar o ataque com as entradas, em simultâneo, de Gaitan e Cardozo, mas a ascensão do Benfica correspondia à retração do Spartak, cada vez mais recuado sobre a sua área.

Os russos ainda tentaram sair em contra-ataque, mas com os minutos a correr, concentraram-se sobre a área de Rebrov na defesa do resultado que os mantinha na corrida para os oitavos. Salvio esteve perto do empate, Lima também e a tensão foi crescendo até ao jogo terminar, já com Ola John em campo, com um pequeno «sururu» junto à linha.

Uma derrota num terreno onde o Celtic venceu, mas que não decide nada. O Benfica fica numa posição delicada, obrigado a vencer os dois jogos que ainda tem em casa, mas pode continuar a sonhar com uma presença nos «oitavos».

in Mais Futebol

terça-feira, 23 de outubro de 2012

José Couceiro apontado como hipótese por Godinho Lopes

O presidente do Sporting, Godinho Lopes, apresentou um convite a José Couceiro para que este fique com a pasta do futebol a seu cargo.

Segundo avança a RTP Informação, o convite terá sido formulado pelo presidente Godinho Lopes e poderá acumular a função de manager com a de treinador, trabalhando em parceria com Oceano Cruz. 

Recorde-se que Couceiro foi diretor desportivo do Sporting em duas fases. A primeira ocorreu na época 1997/1998 tendo regressado a Alvalade em 2010, acabando por desempenhar as funções de treinador com a saída de Paulo Sérgio. 

Couceiro, de 50 anos, está desempregado, depois de ter abandonado o comando técnico do Lokomotiv de Moscovo em maio.

in Futebol 365