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terça-feira, 24 de setembro de 2013

Menezes Rodrigues diz que "É preciso acabar com a pressão sobre os árbitros"

Menezes Rodrigues, antigo dirigente do Sporting, concorda com a mensagem de Bruno de Carvalho para Jorge Jesus. O presidente dos leões reagiu mal às declarações de Jesus sobre a arbitragem antes do encontro e pediu que esse tipo de situações acabasse.

"Os dirigentes, sobretudo os presidentes, têm de definir a sua estratégia e desenvolve-la. A situação de fazer pressão aos atores do futebol é perversa e tem de acabar. Espero que toda a gente pense em tomar atitudes de verdadeiro fair-play", afirmou à Rádio Renascença.

O ex-dirigente concorda ainda com Bruno de Carvalho e com o facto de o presidente do Sporting ter dito que a equipa leonina não é candidata ao título: "O presidente fez bem em dizer isso, esperamos é que o Sporting construa uma equipa muito competitiva. Não se pode esperar que de repente as coisas funcionem de forma perfeita, porque a maioria dos jogadores do Sporting são muito jovens. Seria negativo criar falsas expectativas. Mais do que ser realista, Bruno de Carvalho teve uma atitude construtiva."

Apesar da Cautela, Menezes Rodrigues deixa elogios ao futebol apresentado pelo Sporting até ao momento:"Foi um grande arranque de temporada, melhor do que esperava".

in Record

Jorge Jesus pode ser suspenso até 3 anos

O Conselho de Disciplina (CD) da Federação Portuguesa de Futebol reúne-se hoje e, tudo indica, irá analisar o episódio que envolveu Jorge Jesus no final do jogo V. Guimarães-Benfica, anteontem.

Aquele órgão deve anunciar a abertura de um processo disciplinar ao técnico, e, em última instância, ou seja, se for provada a agressão, Jesus será suspenso entre três meses e três anos (artigo 131º do Regulamento Disciplinar), dado que em causa está um agente da autoridade - se fosse um assistente de recinto desportivo, por exemplo, a pena iria de dois meses a dois anos.
A BOLA falou com Ricardo Costa, jurista e ex-presidente da Comissão Disciplinar da Liga. «A avaliação feita pelo CD dependerá dos relatórios dos delegados da Liga e das forças policiais. Se em ambos não existir algo que indicie a agressão, ou seja, o cenário mais grave, o ato pode então ser entendido como uma infração intermédia ao regulamento disciplinar, que prevê gestos grosseiros e injúrias, cuja pena vai de oito dias a três meses. Há uma terceira hipótese, que dá apenas multa e tem a ver com a violação do dever de correção para com outros agentes», sublinhou, acrescentando que a decisão só seria tomada hoje ou esta semana pelo CD caso tivesse um enquadramento leve, ou seja, «multa ou suspensão até oito dias». Ao invés, «as sanções que implicam imputação de pena acima de um mês passam pela abertura de processo disciplinar e não podem ser objeto de um castigo sumário».

A confirmar-se o procedimento disciplinar, o processo é enviado então para a Comissão de Instrução e Inquéritos da Liga, que formulará acusação ou arquivará o caso. «Não arrisco a decisão que será tomada porque a experiência diz-me que muitas vezes o que se vê na televisão não tem correspondência nos relatórios, cuja descrição é mais vaga. Por isso é que muitas vezes resulta num enquadramento intermédio», explicou Ricardo Costa.

Apesar de, em termos regulamentares, não estar colocada de parte a possibilidade de suspensão preventiva de Jorge Jesus (artigo 41.º, 3 do Regulamento Disciplinar), até ser conhecida a decisão do processo disciplinar, esse cenário parece pouco provável. Note-se ainda que uma eventual suspensão preventiva nunca poderia ser superior a 25 dias.


in A Bola

Paulo Fonseca "estala o verniz"

A arbitragem de Rui Silva na Amoreira fez Paulo Fonseca perder a paciência e criticar o seu antigo treinador e inspirador, Jorge Jesus. Ainda "aguentou" um mês, ao contrário dos antecessores...
 
A rivalidade entre FC Porto e Benfica - e vice-versa - é secular, mas quando o assunto é arbitragens atingem-se os limites e chegam as trocas de acusações entre os respetivos treinadores. Ninguém parece resistir, por maior que seja a relação pessoal. De Villas-Boas a Vítor Pereira e, agora, Paulo Fonseca, todos tiveram o seu "bate-boca" com Jorge Jesus. Um provoca, o outro responde, independentemente de quem atira a primeira pedra. O verniz estala sempre e, por norma, nem é preciso esperar pelo segundo mês de competição, como agora.

Primeiro, Paulo Fonseca elogiou Jorge Jesus, que o orientou no Estrela da Amadora e foi um dos treinadores em quem se inspirou no início da carreira. "Como sabem fui treinado pelo Jorge Jesus e não é de maneira nenhuma um inimigo, como já se disse. Somos apenas adversários e não é por estar no FC Porto que iria deixar de ter a relação que tenho com ele", referiu o treinador portista no início do mês, na Suíça. Até parecia de propósito fazer tal declaração num país que sempre se manteve neutro e à margem de conflitos. O pacto de paz entre os técnicos do FC Porto e do Benfica foi sol de pouca dura. 

in O Jogo Online

Regresso de Coentrão frente ao Elche

O internacional português Fábio Coentrão está recuperado da respetiva lesão, contraída ao serviço da Seleção Nacional no particular frente ao Brasil, e foi convocado pelo treinador Carlo Ancelotti para a partida, de quarta-feira, frente ao Elche.

O guarda-redes Iker Casillas está também novamente de volta, isto após ter recuperado da lesão sofrida frente ao Galatasaray, para a Liga dos Campeões.

O extremo galês Gareth Bale ficou de fora, visto que está a recuperar da lesão muscular sofrida no aquecimento para a partida diante o Getafe.

Os portugueses Pepe e Cristiano Ronaldo também figuram na lista de convocados.

Eis a lista de convocados:
Casillas, Diego López, Jesús, Varane, Pepe, Sergio Ramos, Coentrão, Carvajal, Arbeloa, Nacho, Khedira, Casemiro, Modric, Di María, Isco, Illarramendi, Cristiano Ronaldo, Benzema, Jesé e Morata.


in A Bola

FC Porto cede empate ao Estoril a dois golos

Equipa de Paulo Fonseca empatou na visita ao Estoril e interrompeu série de seis vitórias consecutivas. “Dragões” viram vantagem ser anulada duas vezes, numa partida com arbitragem desastrada.
 
E, ao sétimo jogo, o FC Porto versão 2013-14 não venceu. A equipa de Paulo Fonseca cedeu um empate (2-2) no terreno do Estoril e interrompeu uma série de seis vitórias consecutivas.

Os “dragões” são líderes isolados da classificação, mas agora com um ponto de avanço sobre o Sp. Braga, dois sobre o Sporting e três sobre o Benfica.

Neste domingo, na Amoreira, os “canarinhos” anularam a vantagem do FC Porto por duas vezes e, na recta final do encontro, chegaram a ameaçar dar a volta ao marcador e ficar com os três pontos.

Com apenas uma alteração na equipa titular (de resto já esperada, com Josué a dar lugar ao belga Defour no “onze”), o FC Porto nunca conseguiu soltar-se na visita ao Estoril.

Com apenas uma alteração na equipa titular (de resto já esperada, com Josué a dar lugar ao belga Defour no “onze”), o FC Porto nunca conseguiu soltar-se na visita ao Estoril.

Se o FC Porto não pôde estar confortável foi por mérito do Estoril. Os “canarinhos” não acusaram o desgaste do jogo frente ao Sevilha (derrota em casa, por 1-2, na primeira jornada da fase de grupos da Liga Europa) e colocaram muitas dificuldades ao FC Porto. A equipa de Marco Silva nunca baixou os braços e, sempre que pôde, ameaçou a baliza de Helton.

Num desses lances, aos 12’, a noite do árbitro Rui Silva começou a correr mal. Luís Leal podia ficar isolado e pareceu ser derrubado por Otamendi. O defesa devia ter sido expulso, mas nada foi assinalado.
O FC Porto chegou à vantagem num lance em que o ex-Estoril Licá aproveitou um falhanço de Babanco para bater Vagner (26’).

Menos de dez minutos depois, o marcador voltava a registar igualdade. Só que o golo do empate estorilista nasceu de uma decisão errada de Rui Silva. Otamendi tocou com a mão na bola, mas fora da área, mas o árbitro de Vila Real assinalou grande penalidade, que Evandro não desperdiçou (35’).

A segunda parte trouxe um FC Porto ligeiramente melhor. E, aos 66’, Jackson Martínez recolocou os “dragões” em vantagem.

Mas a equipa de Paulo Fonseca não foi capaz de sentenciar a partida, e a alma estorilista evitou a derrota — aliás, quase rendia uma vitória. Luís Leal fez o 2-2 (81’), mas parecendo estar em posição irregular. E, aos 87’, teve o 3-2 nos pés, mas o remate saiu ao lado.

O FC Porto também teve uma oportunidade soberana, já no tempo de compensação, só que Vagner desviou por cima da trave um remate forte de Alex Sandro e o jogo terminou 2-2, tal como na última visita do FC Porto ao Estoril.

in Público



Sporting empata a uma bola com Rio Ave

Soluço na alegre caminhada do leão.

E ao quinto jogo a alegre caminhada do Sporting neste arranque de época teve um soluço. O Rio Ave foi a Alvalade empatar o leão, que até agora só tinha perdido pontos na Liga no dérbi com o Benfica. Foi um Sporting lento, pouco dinâmico o desta noite e foi um Rio Ave com muita atitude o que voltou a tirar pontos aos leões. Desta vez tirou dois, na época passada ganhou ambos os jogos na Liga e ainda mais um para a Taça da Liga. Podia ter sido diferente o resultado, o Sporting fica a queixar-se de um penálti por marcar. Mas no fim das contas o 1-1 fica bem a este jogo. Leonardo Jardim voltou a não mexer no onze, o Sporting tem vindo a ganhar e para o treinador está bem assim. No Rio Ave, Nuno recuperou Rodriguez para o centro da defesa e Hassan para o centro do ataque, depois de duas derrotas seguidas que colocaram alguma pressão sobre a equipa.

O jogo começou com sinal mais do Sporting. Logo aos três minutos, Wilson Eduardo colocou a bola em Montero que, de frente para a baliza, não conseguiu controlar. Uma primeira oportunidade a dar moral aos leões, que assentaram num jogo tranquilo, sem pressas, de passes apoiados e transições. O Rio Ave tentava responder com alguns desequilíbrios, tentar cortar etapas na passagem para o ataque.

O jogo estava algo atado nisto, sem grandes rasgos nem oportunidades. E desembrulhou com algo diferente. Cá atrás, Jefferson descobriu Wilson Eduardo na esquerda e fez um passe muito, muito longo. A história continua com uma saída desajeitada de Salin, que no limite da área hesitou em socar a bola e acabou por ser ver sem bola e longe da baliza. De ângulo muito difícil, Wilson tentou a sorte e rematou para a baliza vazia. Golo.

O Sporting viu-se em vantagem e confiou. Com maior dificuldade do que o habitual nas movimentações do meio-campo e bem tapado pelo Rio Ave, que continuou a acreditar, o leão foi deixando o adversário crescer. Desta vez não valia Montero, que não conseguiu dominar a bola das poucas vezes que ela lhe chegou.

O intervalo chegou neste tom e a segunda parte trouxe ainda mais Rio Ave. Mais agressivos, os vilacondenses começaram por ameaçar duas vezes. Primeiro aos 55, numa subida de Braga a descobrir Hassan, que frente à baliza rematou por cima, depois aos 64m, com o próprio Braga a rematar por cima.

Leonardo Jardim percebeu o perigo e a pouco mais de vinte minutos do fim tentou equilibrar o que estava a inclinar-se para o lado errado, do ponto de vista do Sporting: fez entrar Rinaudo e tirou Wilson Eduardo.

Nem deu tempo para assimilar a alteração. Aos 71m, um livre batido por Edimar descobriu Tarantini, que aproveitou a passividade da defesa do Sporting e bateu Rui Patrício. 1-1, o Rio Ave igualava em Alvalade e tinha feito por merecê-lo.

Seguiram-se 20 minutos bem mais tensos. Desde logo por causa de um lance aos 75 minutos em que os leões ficaram a reclamar penálti por mão na bola de Marcelo, depois de um remate de Adrien.

Jardim fez entrar Slimani, para sair William, no banco do Rio Ave Nuno Espírito Santo respondeu com a entrada de Roderick e Del Valle, para refrescar o meio-campo e o apoio ao ataque.

Foram intensos os últimos minutos. Del Valle, depois Carrillo, depois ainda um remate de Jefferson e ainda um belo momento de Montero, para a despedida, a descobrir finalmente o caminho da baliza mas travado por Salin, todos estiveram mais ou menos perto de fazer a diferença.

Sorri o Rio Ave, que mostrou qualidade em Alvalade, fica o Sporting a ter de rever o filme, para analisar o que correu mal desta vez, num jogo em que foi feliz a marcar cedo e que não soube controlar. Ainda há caminho a percorrer para este jovem leão em crescimento e este foi um alerta.  


in Mais Futebol

Benfica vence em Guimarães

O segundo resgate era inevitável. Jesus percebeu-o a tempo, ainda que o plano envolvesse uma parcela de risco alarmante. A primeira fórmula, concebida a partir de uma suposição errada - inspiração de Djuricic - foi um logro.

Saiu o desenquadrado sérvio (e, já agora, Addy), entrou Lima e o Benfica teve a capacidade de voltar a suspirar. De alívio. Com Lima de braço dado a Cardozo e o Vitória reduzido a dez unidades na última meia-hora, não houve SWAP minhoto nem sinal de incorreção factual capazes de inquinar a sentença derradeira: as águias triunfaram em condições duríssimas.

Por responsabilidade própria e qualidade da oposição, o Benfica teve, sublinhe-se, de sofrer muito. Até ao fim. Num derradeiro sopro de vida, o Vitória acabou o jogo a pressionar e a beneficiar de um livre direto à entrada da área. Nada feito. O testemunho de Tiago Rodrigues chocou com estrondo na barreira encarnada.

Sobrou, pois, para contar o primeiro golo de Óscar Cardozo na época. Jogada confusa, remate do paraguaio, desvio de Marco Matias, plano de recuperação pontual aprovado. Também destas vitórias, honestas mas sem ponta de virtuosismo, se fazem os campeonatos.

FICHA DE JOGO E NOTAS

Pese embora o final feliz, há toda uma história densa e problemática para o Benfica. Pelo menos até ao tempo de descanso. O primeiro tempo revelou-se uma batalha de corpos em choque, protestos constantes e futebol muito, muito pobre.

Tanto assim é que, para arranjarmos um outro lance interessante, somos forçados a incluir um pontapé bem intencionado mas inofensivo de André Santos e uma defesa de Douglas a remate de Siqueira. Essa sim, uma boa intervenção.

Nessa fase do jogo, o Benfica não teve pinga de imaginação, nem uma centelha de dinamismo a fomentá-la. Não é justo desligar esta avaliação negativa do mérito vitoriano, naturalmente, embora a responsabilidade maior deva ser apontada aos homens de Jesus.

Markovic escondeu-se na esquerda, Matic teve pouca influência, Djuricic raramente teve ou quis a bola, e apenas Fejsa e Enzo apareciam a um nível aceitável. Perante isto, o treinador do Benfica viu-se forçado a mexer. Ainda a tempo de se salvar, conforme já referimos.

Veja como foi o V. Guimarães-Benfica AO MINUTO

A expulsão de David Addy é um fator determinante nesta mini-avalanche do Benfica até ao golo, mas já antes do lateral sair as águias mandavam no jogo. Lima deu a intensidade e a presença que Djuricic foi capaz de dar e começou a adivinhar-se a mexida no marcador.

Mesmo assim, o Vitória justifica aplausos pela coragem e reação exibidas. Nii Plange agitou a ala direita, Maazou deu luta a Luisão e Garay até ao derradeiro instante, mas o Benfica agarrou com alguma segurança a felicidade sustentada pelo golo a meias entre Cardozo e Matias.

Resta uma observação à arbitragem de Bruno Esteves: péssimo ao não assinalar um penálti evidente sobre Lima, mal ao exibir o primeiro amarelo a Addy e ao poupar Siqueira do segundo. O jogo não foi fácil também para o juiz de Setúbal.

Resgate assegurado.

in Mais Futebol