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domingo, 1 de abril de 2012

Sporting - União de Leiria: Antevisão




Dominguez precisa de pontuar, Sá Pinto não pode deixar fugir o Marítimo.


Momento

U. Leiria: Depois de dez jornadas sem vencer a fechar o reinado de Manuel Cajuda, José Dominguez estreou-se com uma vitória sobre o Rio Ave (1-0), mas depois perdeu na sua primeira saída, ao Bonfim (0-1). Agora, de volta à Marinha Grande, a U. Leiria continua desesperada por pontos, no penúltimo lugar da classificação, apenas com mais um ponto do que o Feirense e menos dois do que o Beira Mar. Para fugir à despromoção, José Dominguez terá de «roubar» pontos ao amigo Sá Pinto para poder continuar a olhar para cima. 

Sporting: O Sporting de Sá Pinto continua imbatível em casa, mas também continua sem vencer fora. Os leões somam sete vitórias consecutivas em Alvalade, para todas as competições, mas fora de casa, para a liga, também já não vencem há sete jornadas, desde Outubro, quando venceram em Santa Maria da Feira (2-0). Apesar dos bons resultados na Liga Europa, sobram poucos motivos para entusiasmar o leão na liga, a não ser a luta pelo quarto lugar que, depois da vitória do Marítimo em Coimbra (1-0), ficará sempre adiada para a próxima ronda. De qualquer forma, o Sporting, depois de já ter deixado escapar o Sp. Braga, na viragem do campeonato, está impedido de perder, sob o perigo de também perder os madeirenses de vista.

Principais ausências 

U. Leiria: Dominguez continua sem poder contar os centrais Alhafith e Hugo Alcântara, enquanto Pedro Almeida, Gottardi, Robinho, Patrick continuam a recuperar dos respetivos problemas físicos. Cacá, apesar de estar convocado, também está em dúvida, devido a um torcicolo. 

Sporting: Segredo absoluto, com o Sporting a não divulgar a lista de convocados. Sá Pinto admitiu que vai gerir a equipa, tendo em conta os compromissos que se seguem com o Metalist e Benfica, mas preferiu não especificar quem vai poupar. De fora, por motivos físicos, estão Rodríguez, Pereirinha, Onyewu e Rinaudo.

Discurso direto

José Dominguez:«Ainda não falei com o Ricardo. Não tem sido fácil, ele tem tido um trabalho enorme. Pode ser que entre hoje e amanhã o faça. Mas ele está concentrado no trabalho dele e eu no meu. Antes do jogo vamos trocar umas palavras, sempre foi assim. Ali vamos ser adversários durante uns minutos, depois vamos continuar a ser grandes amigos».

Ricardo Sá Pinto: «Estou à espera de outro autocarro. Ele [Dominguez] próprio utilizou essa expressão do autocarro. Estou à espera de uma U. Leiria com um bloco baixo à espera de um erro nosso para poder contra-atacar. Mas estamos preparados para esse tipo de jogo. Eles próprios dizem que vão estar compactos. Vamos ser rivais durante 90 minutos. A União vai querer ganhar, eu também. É o nosso mundo do futebol. Amigos que vão estar de um lado e do outro». 

Histórico de confrontos
Ligeira vantagem para o Sporting nos dezassete jogos que os dois emblemas já disputaram em casa do Leiria. Num total de dezassete jogos, os leões venceram por sete vezes somando ainda cinco empates e outras tantas derrotas. Na primeira volta, em Alvalade, ainda sob o comando de Domingos, o Sporting venceu por 3-1, com um «bis» de Matías e uma grande penalidade convertida por Van Wolfswinkel em tempo de descontos, enquanto Djanimy marcou o golo que valia o empate para os visitantes ao intervalo. 

Equipas prováveis

U. LEIRIA: Oblak; Ivo Pinto, Haas, Edson e Obradovic; Marco Soares e marcos Paulo; Djaniny, John Ogu e Cacá; Bruno Moraes.
Outras opções: Luiz Carlos, Shaffer, Manuel Curto, Keita, Élvis, Rúben Brígido, Luís Leal e Barkroth.

SPORTING: Rui Patrício; João Pereira, Xandão, Polga e Insúa; Elias, Daniel Carriço e Schaars; Carrillo, Wolfswinkel e Jeffrén.
Outras opções: Sporting não divulgou lista de convocados.

Benfica - Braga: Análise




Um sopro de vida! Um sopro de vida numa batalha tão intensa que chegou a ser inacreditável. Uma disputa em que ganhava quem chegasse ao fim de pé, perante um campo de guerra devastado por emoções e, por fim, sobrevoado por uma águia imperial, a anunciar o triunfo encarnado, cor de sangue que não houve na Luz, mas que ferveu nas veias de quem o jogou. Até ao último sopro, repita-se.

O Benfica aguentou de pé perante um Sp. Braga mais guerreiro que nunca. Uma equipa que chegou líder a Lisboa, que sai no terceiro lugar, mas com a honra de um perdedor que deu tudo por tudo no campo do rival. O FC Porto também se mete nisto: é líder, agora com os encarnados a um ponto e o Sp. Braga a dois. Aqui, houve uma batalha, mas a guerra do título está longe de acabar e há três candidatos que nela se mantêm.

Mossoró e o estandarte contrário

Os primeiros minutos mostraram um Benfica com atitude de um corajoso soldado medieval, um William Wallace de Braveheart, perante um batalhão adversário. Armas em riste e lançado aos contrários. O problema é que o Sp. Braga tem a organização de um exército romano, dificilmente se desmancha e é paciente. Espera por uma aberta para ferir. Tentou e não conseguiu, também é verdade. E nessas duas ideias se jogaram 45 minutos. Um Benfica com vontade inicial, a acelerar por Maxi Pereira; um Sp. Braga no contra-ataque, mas errático nas definições.

Ocasiões para resolver a batalha da Luz houve poucas no primeiro tempo. Quim deteve um remate de Rodrigo, Artur respondeu no último minuto, em lance de Mossoró, o melhor minhoto no campo. Do lado contrário, era Miguel Vítor quem transportava o estandarte encarnado, impressionante na marcação a Lima, o melhor «artilheiro» da liga. Assim, num jogo intenso, com o Benfica a ter posse de bola, também consentida pelo adversário, chegou-se ao intervalo.

Águia teve força para ainda erguer uma asa

O recomeço foi bom. Muito bom mesmo. Olhava-se para o campo de batalha que era o estádio da Luz e viam-se duelos incríveis, lutas de corpo a corpo (Miguel Lopes e Gaitán, por exemplo Miguel Vítor e Lima sempre), num jogo aberto como nunca estivera na primeira parte.

A um ataque do Benfica, respondia o Sp. Braga. Witsel abriu as hostes com um lance logo no minuto 48. Lima quase feria a águia logo depois. Ataque e resposta, feridas abertas numa e noutra equipa, com Miguel Vítor a ser o primeiro a cair, por lesão. 

Ouvia-se o barulho do confronto, mas não se adivinhava um vencedor. Nem mesmo quando Elderson golpeou a própria equipa com uma grande penalidade sobre Bruno César. Sem Cardozo, que dera lugar a Nelson Oliveira, o Benfica chegou ao 1-0 por Witsel. Tinha o adversário pela frente e não perdoou. Não há misericórdia entre Benfica e Sp. Braga. Jamais, os tempos assim o dizem.

Podia prever-se que o triunfo não fugia aos encarnados. Previsões furadas pelo empate de Elderson. Nem mesmo a ferida infligida pelo belga tombou os arsenalistas, habituados cada vez mais a situações adversas. 

Levantaram-se, mas não conseguiram manter-se em pé. No último fôlego, a águia ergueu uma asa, Gaitán e Bruno César descobriram espaço e o brasileiro atirou para a vitória redentora dos encarnados. O Sp. Braga ia mesmo ao chão e a glória da batalha ficou para o Benfica, que, ironicamente, deixa o maior rival na liderança e agora espera ter nos minhotos um aliado no próximo fim-de-semana. Esta liga é incrível.

FC Porto - Olhanense: Análise




A Figura: João Moutinho
Enorme do princípio ao fim! A entregar, a recuperar, a rematar, a deliciar a plateia. Pormenores voluptuosos, ao alcance apenas dos predestinados. Toque de calcanhar a isolar James na primeira parte, passe em jeito a solicitar a entrada de Sapunaru na segunda. Dois exemplos de uma atividade intensa durante os 90 minutos. Está com uma capacidade física notável e uma confiança sem limites. Influente no processo defensivo e decisivo no ofensivo. Está, enfim, em todos os momentos. O F.C. Porto precisa de um João Moutinho assim até final da época. 

O Momento: o sossego do golo
As recentes aparições do F.C. Porto no Dragão preocupavam os adeptos. Compreensivelmente. Daí que o primeiro golo tenha sido uma catarse coletiva, o purgar de todos os medos e anseios da equipa a jogar em casa. Surgiu em boa hora para os azuis e brancos, a meio da primeira parte. 

A Desilusão: Wilson Eduardo e Salvador Agra
Exceção feita aos primeiros 15/20 minutos, os talentosos extremos do Olhanense jamais preocuparam a defesa do Porto. Talvez por mais mérito alheio do que demérito próprio. A verdade é que os internacionais sub-21 não foram os jogadores venenosos, incisivos e agitadores que costumam ser. Wilson Eduardo até já marcara em Alvalade e na Luz. Desta vez, não. Deles se esperava muito, mas a resposta foi claramente insuficiente. 

A Crónica do Jogo: 

Outros destaques

Lucho Gonzalez
Por tudo o que se tem dito/escrito sobre «El Comandante» e por tudo o que a equipa (não) tem feito nos jogos em casa, aquele primeiro golo foi providencial para o F.C. Porto. Um pontapé seco, bem colocado, a celebrar a harmonia entre o argentino e as bancadas. Vítor Pereira defendera Lucho na conferência de imprensa de antevisão, apesar do evidente abaixamento de forma. O jogador respondeu com competência. Procurou mais a bola, palmilhou uma superior dimensão de terreno, entregou-se até à derradeira gota de suor. Percebeu-se a substituição por Steven Defour a meio da segunda parte. Lucho correu como à muito não corria. 

James Rodríguez
Atirou uma bola ao poste, marcou um golo belíssimo e jogou como há algumas semanas não o fazia. Talento cristalino, diáfano, a não aceitar qualquer reprimenda. Não é um extremo, já se sabe, antes um avançado que precisa de bola para criar espaço. Letal a driblar da direita para o meio, à semelhança de Hulk, e a procurar o melhor pé. Qualidade sem reservas de espécie alguma. Já leva 12 golos no campeonato nacional. 

Hulk
Bom jogo. Vontade de fazer sempre tudo bem, várias tentativas de chegar ao golo, algumas combinações recheadas de altruísmo e os exageros que se lhe conhecem e perdoam. Devia ter tocado para Lucho fazer o golo ainda no primeiro tempo, mas optou por rematar. Pontapé extraordinário aos 47 minutos e uma arrancada poderosíssima já em cima do apito final. Corre, corre, resiste, resiste. Unidade incontornável no ataque, mesmo que aqui e ali continue a não definir bem. 

Fabiano Freitas
O F.C. Porto tinha-o atravessado na garganta desde o jogo de Olhão. Não será exagero, porém, que fez uma exibição ainda melhor desta vez. Não parou uma grande como na primeira volta, é certo, mas fez seguramente cinco/seis defesas de elevado grau de dificuldade. Inspiradíssimo, quase inultrapassável. Só o vimos a cometer um erro de pormenor, ao calcular mal o tempo de saída por volta dos 55 minutos. Fora isso, perfeito! 

sábado, 31 de março de 2012

FC Porto - Olhanense: Novo ataque à liderança



Dragão proibido de perder pontos no dia do Benfica-Sp. Braga: até porque para a semana vai a Braga...


Momento

F.C. Porto: No dia do Benfica-Sp. Braga, o dragão está proibido de não ganhar: uma vitória permite ganhar pontos pelo menos a um dos rivais. Para a semana, de resto, o F.C. Porto joga em Braga e precisa de ganhar confiança para um jogo decisivo. A equipa, recorde-se, vem de dois jogos sem ganhar: na Luz para a Taça da Liga e em Paços de Ferreira, para a Liga: até perdeu a liderança.

Olhanense: A formação de Sérgio Conceição não perde há mês e meio, desde o dia 12 de fevereiro. Desde então só ganhou em Leiria, é verdade, mas empatou em Guimarães, com o Nacional e até com o Benfica, na última jornada. Ora por isso é um adversário motivado, que subiu ao sétimo lugar e que ambiciona chegar ao sexto lugar, do V. Guimarães.

Principais ausências

F.C. Porto: Danilo, Djlama e Emídio Rafael estão lesionados, Rodriguez foi dispensado.

Olhanense: Maurício está suspenso e Luís Filipe está lesionado.

Discurso direto

Vítor Pereira: «Em Paços criámos uma série de golos e não marcámos. Irregularidade? Os números dizem que estamos a um ponto do primeiro. Os outros é que são regulares? Dependemos de nós para sermos campeões. Se fossemos irregulares não estaríamos a lutar pelo título.» 

Sérgio Conceição: «Vai ser muito difícil porque vamos encontrar um adversário com a necessidade de vencer. Queremos dar sequências aos resultados e ao bom momento. Não vai ser fácil mas os maus jogadores vão fazer de tudo para trazer algo positivo e isso passa por pontuar.» 

Histórico de confrontos

Só uma vez na história o Olhanense venceu na casa do F.C. Porto: foi em 1945, numa altura portanto em que o Estádio das Antas ainda nem sequer existia. De resto, já se jogaram mais 19 encontros no Porto e o dragão venceu 17 deles, empatando ainda dois: a última foi há dois anos.

Equipas prováveis

F.C. PORTO: Helton; Sapunaru, Maicon, Otamendi e Alvaro Pereira; Fernando, Lucho e João Moutinho; Hulk, Janko e James. 
Suplentes: Bracali, Rolando, Alex Sandro, Defour, Kléber, Varela e Iturbe.

OLHANENSE: Fabiano Freitas; Cauê, Vasco Fernandes André Pinto e Ismaily; Fernando Alexandre, Jander e Rui Duarte, Salvador Agra, Dady e Wilson Eduardo. 
Suplentes: Bruno Veríssimo, Vítor Vinha, Paulo Regula, Mateus, Ivanildo,Yontcha,Toy, Victor Meza e Djalmir.

Benfica - Sporting de Braga: a luta pela liderança



O jogo deste noite no Estádio da Luz é fundamental para definir a classificação da primeira liga, numa altura em que faltam seis jornadas para o final do campeonato.

O Benfica e o Sporting de Braga jogam esta noite no Estádio da Luz uma partida fundamental para as contas finais da primeira liga.
A equipa lisboeta encontra-se a competir em diversas frentes e ao longo do último mês venceu dois jogos, perdeu um encontro com o Futebol Clube do Porto e empatou outro com o Olhanense.  
O Sporting de Braga tem 13 vitórias consecutivas e lidera a classificação da primeira liga com 58 pontos, mais um ponto que o Porto e dois pontos que o Benfica. 
Os principais ausentes do jogo desta noite na Luz são Pablo Aimar, Emerson e Garay do lado do Benfica, e Salino, Paulo Vinícius e Ruben Amorim do lado do Braga. 
O jogo entre as duas equipas, que estão na luta pelo título com o Futebol Clube do Porto, tem transmissão na SportTV1 pelas 21h15.
O F.C. Porto recebe o Olhanense, em jogo com início previsto para as 19 horas e transmissão também na SportTV1, enquanto o Sporting joga apenas no domingo no estádio da União da Leiria pelas 18h15 com transmissão na TVi.   
Como é habitual antes dos grandes clássicos, a imprensa procura recolher a opinião de treinadores e jogadores. O antigo jogador e treinador do Benfica, Toni, e Barroso do Sporting de Barga, partilham da ideia de que o Sporting de Braga "é a equipa mais regular" e que "melhor futebol pratica em Portugal", enquanto Rui Águas reconhece que o jogo de sábado "é mais importante para o Benfica".
A destoar do denominador comum que caracterizou os comentários deste trio, que marcou presença no estúdio do Galaxy Note, no Centro Comercial Colombo, para comentar o jogo de sábado, na Luz, esteve o antigo jogador "encarnado" Hélder, o mais confiante nas possibilidades do Benfica vencer o Braga e conquistar o título.
"O jogo assume maior importância para o Benfica do que para o Braga, por ter menos dois pontos. Se ganhar, manterá boas possibilidades de chegar ao título, se perder ficará com o campeonato comprometido, porque não basta afastar o Braga da corrida, há ainda o FC Porto", disse Rui Águas, confessando ao mesmo tempo a sua surpresa pela carreira dos minhotos.

Sporting - Metalist



Insúa foi rei da festa, mas Rui Patrício roubou parte da alegria que também alimentou.

A figura: Insúa
O lateral argentino tem participação direta nos dois golos do Sporting. No primeiro tento recupera a bola no meio-campo defensivo, e mais à frente tabela com Capel, que cruza para a finalização de Izmailov. É depois o autor do segundo tento, na sequência de um livre indireto. Foi a quinta vez que marcou de leão ao peito, e curiosamente nunca festejou na Liga.

O momento: ao cair do pano ainda custa mais
Na bancada já se esperava de pé pelo final do jogo. Os golos de Izmailov e Insúa davam ao Sporting uma importante vantagem para a visita a Kharkiv, mas um penalty de Rui Patrício sobre Devic deu a Cleiton Xavier a oportunidade de roubar parte do sorriso leonino. Um duro golpe, mesmo ao cair do pano.

Outros destaques:

Xandão
Concentrado e autoritário, o central brasileiro comandou uma vez mais a defesa leonina. Polga cometeu alguns erros, mas Xandão mostrou-se sempre muito sólido. Rápido a reagir aos contra-ataques contrários, robusto nas situações que o exigiram, transmitiu confiança para a bancada. 

Carriço
Está cada vez mais confortável no papel de trinco. Destacou-se sobretudo no primeiro tempo, quando o Sporting sentiu dificuldades para furar a defesa contrária, e acabou por consentir vários contra-ataques. O número três leonino não podia estar em todo o lado, mas resolveu várias situações eventualmente problemáticas. Apareceu também em situações de finalização, e por duas vezes tentou a sua sorte.

Rui Patrício
Quatro defesas fantásticas (74, 75, 81 e 86), a adiar o golo do Metalist, que acabaria por «promover» com a grande penalidade cometida sobre Devic. O guarda-redes leonino estava a exibir-se a grande nível, uma vez mais, mas cometeu um erro que deixa um sabor amargo. Foi pena.

Taison
Um avançado (ou médio ofensivo) que nem espera pela sombra. Assim que a bola lhe chega aos pés «dispara» em direção ao defesa, com os olhos postos na baliza. Em várias ocasiões deixou defesas leoninos a «comer pó», mas depois não esteve feliz na decisão das jogadas, e faltou-lhe também algum apoio.

Devic
Cristaldo movimentou-se bastante, mas não esteve inspirado. Devic entrou logo a seguir ao segundo golo leonino, e criou muito mais dificuldades à defesa leonina. Testou duas vezes a atenção de Rui Patrício, e ao minuto 90 acaba por sofrer a grande penalidade.

quarta-feira, 21 de março de 2012

Jogos Olímpicos 2012


 

A Bwin (www.bwin.com), que já foi conhecida como betandwin, é uma empresa de jogo online da Áustria que oferece apostas no âmbito do desporto, póquer, jogos de casino, soft games e skill games e ainda streams audiovisuais de alguns eventos desportivos de alta importância.
Em termos das apostas desportivas (que é a sua actividade mais badalada), a Bwin estende-se a mais de 90 desportos diferentes (desde desportos mais populares com bola até desportos motorizados como a Fórmula 1 e Moto GP, até desportos com popularidade menor como hóquei em patins e dardos). Esta empresa destaca-se também por oferecer apostas em áreas não desportivas (Cerimónia dos Óscares e Festival da Canção).
Em Portugal, a Bwin (www.bwin.com/pt) começou a tornar-se conhecida em 2005, altura em que se tornou a principal patrocinadora da Liga Portuguesa de Futebol. Nesse ano, a Liga foi designada como Liga betandwin e, no ano seguinte com a mudança do nome da empresa, passou a Bwin Liga que se manteve até à época 2007/2008. De qualquer forma a Bwin continua a ser hoje em dia uma das principais patrocinadoras desta liga.
Este ano a Bwin promete estar em grande também nos Jogos Olímpicos 2012 (https://www.bwin.com/pt/epage.aspx?aid=45517), importante competição a nível mundial em Londres, com ofertas num muito vasto leque de apostas desde o nosso futebol, sendo possível apostar numa táctica vencedora, ou noutros desportos desta prestigiada competição, como por exemplo apostar num possível vencedor de uma determinada partida de ténis.

Em relação aos Jogos Olímpicos em Londres, que será a primeira cidade a receber as Olimpíadas pela 3ª ve, estes realizar-se-ão de 27 de Julho a 12 de Agosto e seguir-se-ão os Jogos Paraolímpicos de 29 de Agosto a 9 de Setembro.
A supervisão e organização dos jogos estará à responsabilidade do LOCOG (Comité Organizador dos Jogos Olímpicos de Londres. A construcção de salas e infra estruturas está a cargo da APD (Autoridade de Desenvolvimento Olímpico da Grande Londres). O orgão que coordena os jogos é a GOE (Secretária Executiva Olímpica) e a sua responsável é Tessa Jowell, Ministra Permanente para a Organização dos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos de Londres.

Os Jogos Olímpicos e Paraolímpicos irão utilizar uma mistura de novos espaços, instalações existentes e zonas históricas. 

As provas de ginástica e basquetebol realizar-se-ão no The O2 Arena:



No Wembley Stadium (estádio nacional inglês) realizar-se-ão as provas de futebol com mais importância:



Os torneios de ténis terão lugar no Wimbledon:



O Estádio Olímpico de Londres estará reservado para as provas de Atletismo:



As mascotes da nova edição dos jogos foram escolhida a 19 de Maio de 2010 pelo Comité Olímpico Britânico. Chama-se Wenlock e Mandeville e representam duas gotas de aço.
Os custos da montagem dos jogos estão separados dos custos da construção das infraestrututras necessáriase do aterro para o Parque Olímpico. Enquanto que os jogos terão uma maioria de investimentos privados, o Parque e as respectivas instalações terão investimento público.
Foram convidados para o financiamento grandes empresas como a British Airways, BP, Nortel, Adidas, entre outras e ainda uma parceria com o Youtube.
O programa para os Jogos Olímpicos de 2012 consta de 26 modalidades e os Paraolímpicos de 20 modalidades.
Em relação aos nossos, 41 atletas portugueses já têm presença garantida na competição, sendo que o contingente poderá crescer até 27 de Julho.
O chefe da Missão de Portugal, Mário Santos, afirmou que, neste momento, excluída a participação dos desportos colectivos, “entre 60 a 80 será o número entre as piores e melhores expectativas”. É de notar que há quatro anos, 78 portugueses competiram em 17 modalidades na China.
Na lista do Comité Olímpico de Portugal, há 43 elementos habilitados em oito modalidades, mas há que excluir Nelson Évora, que infelizmente vai falhar a defesa do título no triplo salto por lesão, e uma das quatro marchadoras que atingiram a marca de referência, uma vez que existe um limite de três. O atletismo é a modalidade que lidera, com 16 atletas a reunirem os mínimos A no início do ano. Com Évora lesionado, as atenções lusas vão estar centradas em Naíde Gomes, campeã mundial do salto em comprimento em pista coberta em 2008, que acabou por desiludir em Pequim, falhando a presença na final. Qualificadas estão também Sara Moreira, com mínimos em 3.000 metros obstáculos, 5.000 e 10.000, Ana Dulce Félix, Jéssica Augusto e Marisa Barros. Francis Obikwelu, medalha de prata em Atenas 2004, também é presença garantida nos 100 metros e Marco Fortes repetirá a participação no lançamento no peso.
Na marcha feminina, uma das quatro atletas portuguesas – Susana Feitor, Vera Santos, Inês Henriques e Ana Cabecinha – terá de ficar de fora. A vela é outra modalidade de grande peso, com 11 competidores em seis categorias diferentes. Por outro lado, a canoagem já garantiu cinco apurados, com destaque para Teresa Portela, que vai competir em K1 200, K1 500 e fazer equipa em K4 500. Na ginástica, a portuense Zoi Lima é a grande surpresa na lista dos quatro atletas já apurados. Na natação, Diogo Carvalho é o único qualificado para a competição.
Com um pouco de sorte e muito talento 2012 poderá ser um ano de sucesso desportivo para Portugal.