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segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Taça Portugal: FC Porto foi à Madeira vencer o Nacional por 3 bolas a 0

Um dragão q.b. para manter a liderança.
O F.C. Porto continua a dar-se bem na Choupana e voltou a confirmar a tradição, segurando a liderança isolada na Liga. Os dragões, que apenas perderam uma vez no terreno do Nacional, marcaram primeiro, com alguma felicidade, e já em tempo de descontos carimbaram uma vitória sofrida, diante de um Nacional que deu boa réplica e não merecia castigo tão pesado.

Confira as notas dos jogadores

Pedro Caixinha surpreendeu ao lançar um 4x1x3x2, com Pecnik como homem mais avançado. Este esquema surpreendeu um pouco os homens de Vítor Pereira, com a defesa a demorar um pouco a acertar as agulhas num onze portista em que Maicon retomava a posição de lateral direito.

Os locais estiveram perto de marcar logo aos 3 minutos, mas Pecnik, bem isolado pela simulação de Rondon, não conseguiu bater Helton, que defendeu bem para canto. Um bom lance, a que faltou o golo, dando o sinal das dificuldades que esperavam o líder.

Por volta dos 15 minutos os dragões acertaram as marcações e Lucho e Janko tiveram as primeiras ocasiões para incomodar Vladan. E, aos 21 minutos, num lance infeliz de Moreno, os portistas chegam ao golo. O médio nacionalista chutou contra Alvaro Pereira e, no ressalto, a bola caiu nos pés de Janko que estava sozinho na área nacionalista e facilmente bateu Vladan.

A turma alvinegra reagiu bem a este lance infeliz. Candeias e Rondon obrigaram Helton a mostrar serviço. No entanto, seria Rolando a desperdiçar o 2-0, ainda antes do intervalo, quando após um libvre lateral ficou sozinho e rematou de bicicleta por cima da barra.

O jogo ganhou velocidade e Mateus e Rodriguez, com bons trabalhos individuais ainda estiveram perto de marcar, mas os remates saíram ao lado. Xista não deu tempo de descontos e o intervalo chegou com o Porto com uma vantagem, que se aceitava pelo que tinha feito a partir do golo.

Nacional domina, portistas acertam na barra

Sem mexidas nos onzes, seria o F.C. Porto a começar melhor: Janko, aos 47 minutos, viu Vladan sair bem aos seus pés e negar-lhe o golo, defendendo para canto. Pouco depois, Caixinha retirou Pecnik e lançou Mihelic, avançando Rondon para ponta-de-lança. 

A equipa respondeu bem à mexida. Mateus, em mais um lance de contra-ataque, e com bom trabalho individual, tentou a sua sorte mas o remate saiu à figura de Helton. O mesmo jogador, num cruzamento rasteiro voltou a encontrar a oposição do guarda-redes portista.

O encontro entrou numa toada mais desinteressante e só aos 69 minutos, Mateus voltou a colocar à prova Helton. O guarda-redes voltou a dizer presente, com mais uma defesa. No lance seguinte, Mário Rondon num bom lance individual viu Moutinho surgir em apoio à sua defesa e travar o seu remate na hora certa.

O Nacional cresceu e aos 75 minutos, Mateus em boa posição rematou mal permitindo uma defesa fácil a Heldon, quando odia e devia fazer melhor. James desapareceu da partida e disso se ressentiu o FC Porto. Vítor Pereira via a sua equipa a abrandar muito e lançou sangue novo: Mangala e Alex Sandro.

Num lance de bola parada, Rolando primeiro e Maicon depois, acertaram na barra da baliza de Vladan perdendo o 2-0. Sem pouco ou nada fazer para tal, o F.C. Porto quase matava o jogo. Foi o que aconteceu nos descontos, já depois de Mateus voltar a ver Helton defender um seu remate aos 89 minutos. Já ao cair do pano, num lance de contra-ataque após um primeiro remate de James que Vladan ainda parou, Alex Sandro fez o segundo golo da sua equipa, prémio excessivo para o líder e castigo demasiado pesado para o Nacional.

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