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quarta-feira, 18 de abril de 2012

Mike Tyson estreia ao vivo "A Verdade Indesmentível"

O ex-pugilista Mike Tyson está prestes a tornar-se ator, ao estrear um monólogo sobre a sua vida no MGM Grand Las Vegas.
Mike Tyson vai voltar ao palco do mítico MGM Grand Las Vegas, mas agora sem luvas de boxe. O ex-pugilista vai apostar ainda mais na carreira de ator - já participou em diversas séries e filmes - e estrear um monólogo autobiográfico. "Mike Tyson: a verdade indesmentível, ao vivo" é o nome do espetáculo, que só estará em cena entre 13 e 18 de abril. Tyson deverá comentar tanto os casos desportivos como pessoais da sua vida, como o próprio confessou ao jornal "LA Times". "Faço isso constantemente na Europa e na Ásia, mas normalmente quando conto as minhas histórias estou bêbado no meio da multidão. Desta vez, será refinado e sem demasiados insultos", disse.
O ex-pugilista - cujo momento mais mediático terá sido o combate frente a Evander Holyfield, a quem arrancou um pedaço da orelha, em 1997 - falará sobre a sua infância - o pai abandonou-o aos 2 anos de idade e a mãe morreu quando Tyson tinha 16 anos - e sobre os tempos que passou na prisão, tanto por delitos menores como pela acusação de ter violado Desiree Washington, Miss Jovem América, em 1992.

Ainda há histórias por contar

O ex-pugilista já teve uma fortuna avaliada em mais de 200 milhões de euros, mas, atualmente, o número é consideravelmente inferior, depois de Tyson ter admitido estar falido. Tyson tem oito filhos, de várias mulheres, e casou por três vezes, mas agora diz-se mais "calmo".
No meio de tanta polémica, Tyson ainda diz que há novidades para contar no monólogo. Como por exemplo... "Uma vez engravidei uma funcionária da cadeia."

in Expresso

terça-feira, 17 de abril de 2012

Champions: a caminho da final

Nos bastidores há muito que este duelo já começou, mas a luta no ringue só arranca esta terça-feira quando os relógios marcarem 19h45.
Bayern München e Real Madrid são duas equipas sedentas de glória e com nome (muito nome) no futebol do velho continente. Talvez por isso, na noite de Munique, os amantes da bola podem esperar um futebol total, com duas formações de olhos colados na frente de ataque.
O Bayern München quer o passaporte para a final, que pode jogar na sua própria casa e o Real Madrid, por seu lado, quer estar no derradeiro jogo para voltar a ser «rei» da Europa. Ahhh, e depois, por Espanha e talvez pelo mundo, já todos imaginaram o duelo inédito entre o Real Madrid e o seu maior rival....o Barcelona, na mítica final da Europa. Seja como for, quem quiser estar a 19 de maio, às 19h45, na arena de Munique, tem que começar já esta noite a «comer a relva» para lá voltar.

Bayern quer aumentar a maldição do Real na Alemanha
No jogo desta noite o Bayern quer manter a série de bons resultados em casa, na receção ao Real Madrid, aproveitando a primeira mão das meias-finais para prolongar a tradição de maus resultados dos "merengues" na Alemanha. Já o Real Madrid está no momento crucial da temporada. A nação madridista deseja a conquista do doblete e nos poucos jogos que restam esta temporada, os merengues podem ser campeões de Espanha e da Europa, ou terminar sem nada. Zero tituli, frase que ganhou fama já que um dia José Mourinho a utilizou nos tempos de Itália.

Carreira até aqui
Até aqui chegar a equipa da Baviera limpou os adversários na fase a eliminar. Nos oitavos-de-final, 7x1, contra o Basel no conjunto dos dois jogos da eliminatória. Nos quartos-de-final os alemães aplicaram 4x0 contra o Olympique de Marseille. A equipa de Robben e Ribéry já soma 22 golos marcados na competição, com o artilheiro Mario Gómez a mostrar pontaria afinada. Só ele já marcou 11 golos.
Quanto ao Real Madrid deixou pelo caminho CSKA Moskva, nos oitavos-de-final por 5x2 no conjunto das duas partidas. Nos quartos-de-final o surpreendente Apoel de Chipre caiu aos pés do Real, por 8x2, no somatório das duas partidas. Os "Blancos" ainda não perderam nesta edição da Liga Milionária. 
 
As memórias neste duelo de campeões
O jogo de Munique trás à recordação o Sport Lisboa e Benfica. É que no ano de 2000/2001 quando Jupp Heynckes deixou a Luz, o Benfica contratou José Mourinho. Agora passados mais de 10 anos ambos ficam olhos nos olhos tendo como palco da Liga dos Campeões. Mas, aos traçar algumas curiosidades que vão estar em jogo nesta eliminatória, nota-se que o treinador do Bayern, Jupp Heynckes, conduziu o Real Madrid ao título europeu em 1998. Do outro lado, José Mourinho levou o Internazionale ao triunfo sobre o Bayern, na final de 2010, disputada no Santiago Bernabéu, em Espanha.

Em busca da glória perdida
Bayern e Real Madrid já conquistaram por 13 vezes a Taça dos Clubes Campeões Europeus. Os alemães ambicionam o quinto título, o primeiro desde 2001. Quanto ao Real Madrid sonha com o décimo título de campeão europeu, um objetivo que lhe foge desde o triunfo em 2002.
Olhando para o duelo desta terça-feira, nota-se ainda que o Bayern e o Real já se enfrentaram por 18 vezes em provas europeias.
Resta dizer que os alemães chegam a este encontro motivados por terem vencido todos os jogos disputados em casa, nesta edição da prova, e pelo facto de nunca terem perdido em Munique com o Real Madrid.

in zerozero.pt

Vergonha no Sporting

A reunião dos dirigentes leoninos iniciou-se em Alvalade pelas 15h00 e prolongou-se até à meia-noite. Apesar da existência de algumas divisões, Paulo Pereira Cristóvão acabou por ser reintegrado, continuando com os pelouros que lhe estavam atribuídos, ou seja, o Património e Infraestruturas.
A decisão de Pereira Cristóvão em suspender o mandato prendeu-se com o facto de ter sido constituído arguido no processo de calúnia qualificada ao árbitro auxiliar José Cardinal, por um depósito de dois mil euros efectuado na Madeira antes do jogo entre o Sporting e o Marítimo da Taça de Portugal (3-0).

in Correio da Manhã

segunda-feira, 16 de abril de 2012

Capa de O Jogo: Guarín elogia James

Por vontade de Guarín, não tardará a desvanecer-se a marca colombiana que ficou indelevelmente associada aos títulos da época passada. Falcao já partiu, o médio cedido ao Inter pretende ir de vez e, na sua opinião, James está destinado a mudar de ares muito brevemente. O JOGO esteve com Guarín em Appiano Gentile, o centro de treinos dos nerazurri, e ouviu elogios que não são mera cortesia para com um compatriota e antigo companheiro de equipa.
A admiração do médio pelas qualidades de James levam-no a projetar-lhe uma ascensão meteórica e um inevitável adeus ao campeonato português e ao FC Porto. "Todos sabem o talento que James tem, um talento que é bom de mais para Portugal", atira de rajada, pondo o esquerdino no patamar dos eleitos.
Para Guarín, o previsível título dos dragões tem fortíssima marca do sub-20 colombiano: "Ele tem demonstrado o que vale nos jogos, fazendo a diferença e marcando golos em momentos decisivos." Um sentido de oportunidade que confirma que James está pronto para novo salto na carreira e que Guarín pontua sem desdenhar um futuro que os junte no Inter de Milão.
"É meu amigo e, obviamente, adorava tê-lo perto de mim aqui no Inter. Vai chegar o momento dele, no Inter ou em outro clube, o James vai estar muito contente e vai continuar a impressionar", adivinha, comentando que o esquerdino não é apenas o produto de uma habilidade natural: "Ele merece uma grande oportunidade na sua vida, é uma pessoa com muito valor, que trabalha mais do que outros e que tem um talento único no futebol."
Vincada a predileção por James, Guarín explicou-nos ainda por que recomendou Fernando ao Inter. O médio reconhece que o brasileiro talvez não seja dos jogadores mais vistosos do futebol portista, mas assegura também que qualquer equipa gostaria de ter as costas quentes por um trinco como o Polvo. "Gosto muito do Fernando, é um grande jogador. É um jogador daqueles que parecem pouco importantes, para quem observa de fora, mas que durante o jogo é determinante para a equipa", avalia, ciente de que o médio-defensivo já não é um desconhecido que possa passar quase secretamente pelas montras do futebol internacional.
"Ele trabalha muito para o grupo e nós sentimo-nos muito seguros quando jogamos com ele", remata quem já sentiu a confiança que Fernando pode transmitir a uma equipa. Resta saber é se Massimo Moratti está numa fase investidora, já que só a continuidade de Guarín no Inter custará aos cofres nerazurri 13,5 milhões de euros, não negociáveis, como já reconheceu o diretor Marco Branca ao nosso jornal. Para juntar James e Fernando ao novo plantel, Moratti terá de perder o amor a muitos milhões...


in O Jogo

Polémica e golos marcam passagem do Chelsea à final


 Estão encontrados os finalistas da Taça de Inglaterra, agendada para 5 de maio. Depois da vitória do Liverpool sobre o Everton (2-1), hoje foi a vez de o Chelsea levar a melhor sobre o Tottenham, com um triunfo por 5-1 no Estádio de Wembley.

O desnível no resultado poderá relegar para segundo plano o lance polémico do jogo, aos 49 minutos, mas o certo é que o segundo golo do Chelsea, atribuído a Juan Mata, deixa muitas dúvidas quanto à sua legalidade, na medida em que não é claro que a bola tenha ultrapassado a linha de baliza.

Indiferente à contestação dos jogadores do Tottenham, o árbitro Martin Atkinson apontou para o meio-campo e validou o golo do médio espanhol, o segundo dos blues depois de Didier Drogba ter inaugurado o marcador nos instantes finais da primeira parte, com um remate colocado sem hipótese de defesa para Carlo Cudicini.

A perder por 0-2, o Tottenham reentrou na discussão do resultado com um golo de Gareth Bale, aos 56 minutos, mas viu o rival londrino voltar a marcar aos 77, por intermédio de Ramires.

Lampard, com um disparo de meia distância na transformação de um livre direto, e Malouda, no período de descontos, fixaram o resultado em 5-1, carimbando o passaporte do Chelsea para a final de 5 de maio, diante do Liverpool.

Bosingwa foi totalista na equipa de Stamdford Bridge, enquanto Raul Meireles foi suplente não utilizado. David Luiz lesionou-se aos 59 minutos e cedeu o lugar a Tim Cahill.


in A Bola 

sábado, 14 de abril de 2012

Benfica mais uma vez vencedor da Taça da Liga


El Conejo sai (finalmente) da cartola de Jesus para dar a quarta Taça da Liga ao Benfica.

A Taça da Liga é do Benfica. Não apenas esta, ganha ao Gil Vicente. A Taça da Liga é do Benfica cada vez mais. A prova mais recente do calendário português volta a pintar-se de vermelho, numa mancha cada vez mais global e que já poucos estranham. Quatro vitórias em cinco. Segunda consecutiva por 2-1 frente a novo convidado inesperado, virgem em finais. 

Jesus insultado por adeptos

Saviola, proscrito em outras lides numa época que se avizinha do fim, decidiu a final contra um Gil Vicente combativo, que nunca se entregou. Ratice de «El Conejo» a dar novo título ao Benfica. Uma aposta que não seria para todos. 

O Benfica ganhou. Justificou a vitória com o domínio que se previa no tempo de jogo. Não foi brilhante. Não massacrou. Sofreu. Talvez até de forma desnecessária. Mas a verdade é que a conquista, com tudo o que vale e não vale, arrancou alguns abraços entre companheiros e sorrisos simpáticos. Não vale mais ganhar a Taça da Liga?

À partida já se sabia que esta prova era pequena de mais para salvar a época do Benfica, mas tinha uma imagem parecida a uma Liga dos Campeões para os gilistas. A festa ia ser diferente, por isso. Ganhou o Benfica, o que equivale a festejar o 25 de Abril nos dias de hoje: há a noção de que é importante, mas a vontade de andar de cravo ao peito já foi maior. 

Por isso, parte do segredo para encontrar o vencedor estava numa palavra: determinação. O Gil entrou atrevido. Até por cima de um Benfica demasiado receoso. Talvez aguardasse que o convidado inesperado mostrasse mais depressa o escudo do que a espada. 

Mostrou-se a Adriano num remate à queima de Maxi, mas não disfarçou o aparente nervosismo, porque o Gil pouco depois assustou por César Peixoto e embrulhou-se mais algumas vezes em zona de decisões. As mexidas de Jorge Jesus no onze, lançando Matic, Nélson Oliveira e Capdvila não justificavam tudo o que se via.

Primeiro erro, primeiro golo

Ao Gil Vicente era pedido o jogo perfeito. O que se provou à passagem da meia hora. Ao primeiro erro, o Benfica marcou. Má abordagem de Rodrigo Galo perante Bruno César que correu pela esquerda e assistiu na perfeição Rodrigo, para uma finalização em bom estilo. Aberto o marcador. 

É verdade que o golo acalmou os encarnados e o Gil Vicente, pese uma boa arrancada de Caiçara travada por Eduardo, caiu muito. Mas como o resultado se manteve em aberto, certamente ninguém ousou pegar nas taças. Era cedo, muito cedo. 

O início do segundo tempo já não teve a atitude gilista da primeira metade. O golo pesou na confiança e virou o jogo. Antes já Adriano tinha evitado um fim anunciado, com uma grande defesa perante Witsel. E depois, foi na cara de Rodrigo que o brasileiro voltou a ser decisivo. Frio, imperial e brilhante. O Gil mantinha-se no jogo pelas luvas do guardião. As mesmas que o levaram à final no desempate nos penalties, com o Sp. Braga. 

A maior festa estava guardada para a parte final. Era cedo para o Benfica, lembram-se? O Gil provou-o. Remate acrobático de Zé Luís a emendar uma tosca tentativa de Vilela. Igualdade. Tão surpreendente quanto o golo inaugural. 

Jesus tira Conejo da cartola

O fantasma dos penalties chegou a pairar no Cidade de Coimbra. O «sem-abrigo», para usar a expressão do presidente gilista, ameaçava tombar o «grande» que faltava. Parecia feito o mais difícil. Mas o Gil não aguentou. 

Se a determinação era o ponto chave para decidir o encontro, também é certo que a experiência e os valores individuais ajudam. O Benfica carregou, o Gil tremeu. Adriano evitou que Witsel marcasse, mas não foi a tempo da recarga de Saviola, acabadinho de entrar. Ponto final. 

O Gil cai de pé e vê de posição privilegiada nova festa do Benfica em Coimbra. Começa a ser tradição. A Taça da Liga pode não ter o peso suficiente para saciar o estômago encarnado. Pode não salvar a época. Mas conta, não é?

in Mais Futebol

sexta-feira, 13 de abril de 2012

Gil Vicente contra nomeação de Jorge Sousa para Taça da Liga


 A nomeação do árbitro Jorge Sousa para apitar a final da Taça da Liga entre Benfica e Gil Vicente causou forte indignação no clube de Barcelos.

O Gil Vicente recebeu a notícia da nomeação de Jorge Sousa como um insulto e uma provocação. Os gilistas não se esquecem da arbitragem do jogo frente ao Desportivo das Aves, na época 2007/2008, em que Jorge Sousa expulsou três jogadores do Gil e ainda marcou um penalty fora da área.

Esta época, Jorge Sousa tinha sido nomeado para o Gil Vicente-Sporting, mas devido a uma indisposição no jogo da Liga dos Campeões, entre o Inter de Milão e o Marselha, foi substituído por Bruno Paixão.


in A Bola