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domingo, 29 de setembro de 2013

Sporting vence e ultrapassa Sp. Braga

Leões ultrapassam Braga e são vice-líderes, num jogo em que os minhotos pagaram por alguma ingenuidade de Aderlan Santos.

Jogo incaracterístico em Braga. Um golo madrugador dos leões pelo inevitável Montero, e uma expulsão à meia hora tiraram vicissitudes a um jogo nem sempre bem jogado. Sp. Braga e Sporting precisam ainda de crescer, e os leões saem do Minho com mais um degrau escalado nessa fase de crescimento, fruto dos três pontos conquistados, que lhe valem a subida ao segundo lugar

Jesualdo Ferreira e Leonardo Jardim apresentaram-se na Pedreira com algumas mexidas nos seus conjuntos relativamente à última jornada, essencialmente a equipa da casa.

Por força das lesões, Jesualdo Ferreira manteve apenas um jogador da sua defesa: Santos manteve-se no onze vendo Dabó, Joãozinho e Nuno André Coelho ficar fora dos convocados para jogar ao lado de Baiano, Paulo Vinicius, Elderson e Baiano. O técnico deixou ainda no banco um dos pilares que tinha alinhado até agora em todos os jogos. Luiz Carlos deu lugar a que Custódio se estreasse a titular esta época.

Do lado do Sporting, a surpresa foi a inclusão de Diogo Salomão no onze inicial. O jogador de 25 anos ainda só tinha tido oportunidade de jogar na equipa B dos leões, aparecendo em Braga como arma secreta, num campo em que tradicionalmente até se costuma dar bem.
Braga dominador em desvantagem

O encontro começou com o Sporting praticamente a vencer. Logo aos cinco minutos a equipa que viajou desde Alvalade pôs-se em vantagem com um golo apontado por Fredy Montero, na sequência de um pontapé de canto. Entrada com o pé direito quando as equipas ainda se estudavam.

A vantagem madrugadora do Sporting teve o condão de acordar a equipa minhota para um verdadeiro assalto à baliza leonina, que apenas terminou quando Alan fez as redes à guarda de Patrício abanarem. Remates, pontapés de canto e uma pressão altíssima encostaram a equipa de Leonardo Jardim às cordas.

Foram vinte minutos de futebol de alto nível da equipa da casa, que esmoreceu com a expulsão, algo ingénua, de Aderlan Santos. No mesmo lance Jesualdo Ferreira ficou com menos um e ainda foi obrigado a recuar Custódio para a defesa devido à lesão de Paulo Vinicius.
Sporting teve de esperar pelo final

A equipa verde e branca aproveitou a superioridade numérica para se recompor e voltar a tomar conta do jogo, à semelhança do que aconteceu nos minutos iniciais do encontro. A supremacia fazia-se sentir numa altura em que o intervalo até foi madrasto para a equipa de Leonardo Jardim, que ia ameaçando Eduardo, mas sem fazer grande mossa.

O segundo tempo trouxe um jogo mais aberto, dentro dos possíveis, com o Sp. Braga a jogar em função da sua condição de inferioridade numérica, mas suficiente para parar os intentos de um leão mais organizado, mas ao mesmo tempo tímido no ataque.

Os lances de ataque do Sporting iam-se sucedendo, mas sem nunca encostar o Braga ao seu último reduto. Carrillo esteve muito interventivo, mas muito trapalhão, tirando consistência ofensiva ao Sporting. Quando o empate já pairava sobre a pedreira, foi o defesa Cédric a ir ao ataque dar uma mãozinha com um pontapé que valeu três pontos. Eduardo não fica isento de culpas.

O Sp. Braga lutou, teve um período de futebol prometedor, mas o Sporting fez exatamente aquilo que o seu treinador tinha pedido. Lutou por «todos os pontinhos», e no Estádio Axa consegui três. Não deslumbrou, longe disso, mas aproveitou a corrente do jogo e a fragilidade do Braga que perdeu os dois centrais à meia hora. O leão segue no segundo posto, o Braga está no terceiro e completa o pódio.  

in Mais Futebol

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